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Archive for Outubro, 2013

Marcador da Palavra para a 31.º semana

Nesta semana tenta encontrar um tempo e um espaço para rezares mais devagar vivendo a alegria de Cristo Ressuscitado.

Pede ao Senhor que te ensine os caminhos de uma oração mais atenta ao seu Espírito Santo do que às muitas vozes que se fazem escutar no teu interior.

Agradece-Lhe por esses minutos porque Ele fica contigo como um amigo disponível e delicado.

E, deste modo, começa a tua semana de oração

Marcador da Palavra para a 30.ª Semana do Tempo Comum

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DIANTE DE DEUS TODOS TEMOS O MESMO VALOR

A liturgia deste domingo ensina-nos que Deus tem um “fraco” pelos humildes e pelos pobres, pelos marginalizados; e que são estes, no seu despojamento, na sua humildade, na sua finitude (e até no seu pecado), que estão mais perto da salvação, pois são os mais disponíveis para acolher o dom de Deus.

A primeira leitura define Deus como um “juiz justo”, que não se deixa subornar pelas ofertas desses poderosos que praticam injustiças na comunidade; em contrapartida, esse Deus justo ama os humildes e escuta as suas súplicas.

O Evangelho define a atitude correta que o crente deve assumir diante de Deus. Recusa a atitude dos orgulhosos e auto-suficientes, convencidos de que a salvação é o resultado natural dos seus méritos; e propõe a atitude humilde de um pecador, que se apresenta diante de Deus de mãos vazias, mas disposto a acolher o dom de Deus. É essa atitude de “pobre” que Lucas propõe aos crentes do seu tempo e de todos os tempos.

Na segunda leitura, temos um convite a viver o caminho cristão com entusiasmo, com entrega, com ânimo – a exemplo de Paulo. A leitura foge, um pouco, ao tema geral deste domingo; contudo, podemos dizer que Paulo foi um bom exemplo dessa atitude que o Evangelho propõe: ele confiou, não nos seus méritos, mas na misericórdia de Deus, que justifica e salva todos os homens que a acolhem.

Marcador da Palavra – 27.ª semana do tempo comum

O lugar que escolhemos nem sempre o lugar mais indicado para a tua oração.

Mas se o escolheste e também escolheste  o tempo, certamente que é aqui e agora que Deus deseja encontrar-Se contigo.

Procura corresponder a este desejo de Deus, com todo o teu coração, com todas as tuas forças.

Celebrando o Domingo, o Dia do Senhor, deixa-te tocar pela presença do Ressuscitado e deixa que Ele te faça ressuscitar para uma vida mais autêntica, mais ao jeito de Deus.

Com este desejo, começa a tua semana de oração.

Marcador da Palavra -XXVII Semana do Tempo Comum

A fé, pesmo que seja pequena como um grão de mostarda, abre-nos para o reino

Na Palavra de Deus que hoje nos é proposta, cruzam-se vários temas (a fé, a salvação, a radicalidade do “caminho do Reino”, etc.); mas sobressai a reflexão sobre a atitude correcta que o homem deve assumir face a Deus. As leituras convidam-nos a reconhecer, com humildade, a nossa pequenez e finitude, a comprometer-nos com o “Reino” sem cálculos nem exigências, a acolher com gratidão os dons de Deus e a entregar-nos confiantes nas suas mãos.

Na primeira leitura, o profeta Habacuc interpela Deus, convoca-o para intervir no mundo e para pôr fim à violência, à injustiça, ao pecado… Deus, em resposta, confirma a sua intenção de atuar no mundo, no sentido de destruir a morte e a opressão; mas dá a entender que só o fará quando for o momento oportuno, de acordo com o seu projeto; ao homem, resta confiar e esperar pacientemente o “tempo de Deus”.

O Evangelho convida os discípulos a aderir, com coragem e radicalidade, a esse projeto de vida que, em Jesus, Deus veio oferecer ao homem… A essa adesão chama-se “fé”; e dela depende a instauração do “Reino” no mundo. Os discípulos, comprometidos com a construção do “Reino” devem, no entanto, ter consciência de que não agem por si próprios; eles são, apenas, instrumentos através dos quais Deus realiza a salvação. Resta-lhes cumprir o seu papel com humildade e gratuidade, como “servos que apenas fizeram o que deviam fazer”.

A segunda leitura convida os discípulos a renovar cada dia o seu compromisso com Jesus Cristo e com o “Reino”. De forma especial, o autor exorta os animadores cristãos a que conduzam com fortaleza, com equilíbrio e com amor as comunidades que lhes foram confiadas e a que defendam sempre a verdade do Evangelho.