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CONVOCO-VOS PARA FESTA DO CONCÍLIO

Estamos a 15 dias de distância da nossa Festa do Concílio, dia 24, às 14.30 h. Vai ser uma grande Festa, porque começa com a Bênção dos Ramos e a cena ao vivo da Entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, com um grande Cortejo com o burro e todas as crianças da Catequese e escuteiros a cantar e a aclamar, dando vivas a Jesus.

Os Grupos do Concílio vão fazer as suas apresentações lúdicas como expressão feliz e gratificante do que têm vivido e aprendido nestas 11 semanas sob aquele lema: “Abri nos vossos corações a porta da Fé”. Muitos ficaram surpreendidos com a novidade do Concílio e quanto é necessário pô-lo em prática. Ignorá-lo é atrofiar a Igreja. Conhecê-lo e amá-lo, pondo-o em prática é a Nova Evangelização tão necessária ao nosso mundo. Muito me alegra sentir que os participantes nos Encontros semanais se sentem entusiasmados por conhecerem o Concílio e sentirem a necessidade de continuar a aprofundar este conhecimento. É verdade que não se ama o que não se conhece. Muitas vezes não amamos a Igreja porque a não conhecemos ou só lhe conhecemos os defeitos e não lhe conhecemos a sua natureza, o seu coração, a sua alma.

A Festa do Concílio vai ser a manifestação feliz daquilo que a Igreja: Povo de Deus em Comunhão na sua diversidade, aprendendo com o grande testemunho do Bom Papa João XXIII que tinha por lema “Procurar o que une e não o que divide”. Ele, durante os 30 anos  da sua carreira diplomática, foi um verdadeiro pastor da unidade e da paz – “Anjo da paz”, como lhe chamavam tantas vezes, na Turquia e na Grécia. Há 50 anos tínhamos um mundo cheio de fortes tensões, desde a “guerra fria” e outros conflitos. É nesse contexto que ele escreve duas importantes Encíclicas: a “Igreja Mãe e Mestra”, Mater et Magistra e a “Paz na Terra”- Pacem in terris; é neste contexto que ele propõe à Igreja a realização de um Concílio para a renovação da Igreja (Lumen Gentium) e para o diálogo com o mundo (Gaudium et Spes).

Por isso, na Carta de Bento XVI “A Porta da Fé” justifica: “Pareceu-me que fazer coincidir o início do Ano da Fé com o cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II poderia ser uma ocasião propícia para compreender que os textos deixados em herança pelos Padres Conciliares, segundo as palavras do Beato João Paulo II, «não perdem o seu valor nem a sua beleza. É necessário fazê-los ler de forma tal que possam ser conhecidos e assimilados como textos qualificados e normativos do Magistério, no âmbito da Tradição da Igreja. Sinto hoje ainda mais intensamente o dever de indicar o Concílio como a grande graça de que beneficiou a Igreja no século XX: nele se encontra uma bússola segura para nos orientar no caminho».

P. Batalha

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