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Archive for Junho, 2012

Marcador da Palavra para a 13.ª semana do Tempo Comum – Ano B

Junho 30, 2012 1 comentário

Procura criar silêncio dentro de ti. Lentamente, vai tranquilizando o teu coração e deixando espaço para Deus.

Talvez percebas que tens andado distraído, longe de Deus e de ti. Se assim for, oferece isso ao Senhor com o desejo de viveres mais atento a tudo quanto Ele realiza na tua vida.

Pede ao Senhor a graça de permaneceres na sua presença. E com este pedido começa a tua semana de oração.

Marcador da Palavra para a 13.ª semana do Tempo Comum – Ano B

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LEVANTA-TE

Deus não criou o Homem para o abandonar à morte, mas para que viva eternamente. A criação é portadora de vida.

O apóstolo Paulo apresenta-nos o ideal da vida cristã não como um ideal da esmola mas da justa distribuição dos bens, por forma a que não haja opulentos de um lado e miseráveis do outro.

Já no Evangelho, e depois de no Domingo passado termos ouvido como Jesus acalmou a tempestade, temos hoje um outro exemplo de como não devemos desesperar face às partidas que a vida nos reserva, mas encará-las com fé, porque Cristo está no meio de nós.

CELEBRA A VIDA

Deus ama a vida! Ele quer apenas a vida! “Deus criou o homem para ser incorruptível” (primeira leitura). Pelo seu Filho, salva-nos da morte: eis porque Lhe damos graças em cada Eucaristia. Na sua vida terrena, Jesus sempre defendeu a vida.

O Evangelho de hoje relata-nos dois episódios que assinalam a defesa da vida: Ele cura, Ele levanta. Ele torna livres todas as pessoas, dá-lhes toda a dignidade e capacidade para viver plenamente. Sabemos dizer-Lhe que Ele é a nossa alegria de viver?

Estamos em tempo de verão, início de férias… É uma ocasião propícia para celebrar a festa da vida! O 13º domingo celebra a vida mais forte que a morte, celebra Deus apaixonado pela vida. Convém, pois, que na celebração deste dia a vida expluda em todas as suas formas: na beleza das flores, nos gestos e atitudes, na proclamação da Palavra, nos cânticos e aclamações, na luz. No cântico do salmo e na profissão de fé, será bom recordar que é o Deus da vida que nós confessamos, as suas maravilhas que nós proclamamos. Durante toda a missa, rezando, mantenhamos a convicção expressa pelo Livro da Sabedoria: “Deus não Se alegra com a perdição dos vivos”.

MARCADOR DA PALAVRA PARA A 12.ª SEMANA DO TEMPO COMUM

João Batista foi escolhido por Deus para anunciar a vinda do Messias.

Nem sempre entendeu Jesus nem a sua mensagem de AMOR, mas permaneceu fiel à sua missão até ao fim. Talvez contigo suceda algo parecido ao que aconteceu com João Batista: não entendes sempre Jesus nem o que Ele te pede, mas fica-te o desejo de permaneceres com Ele até fim.

Se te parecer bem, faz deste desejo a força da tua semana.

Solenidade do Nascimento João Batista 2012

«Cansei-me inutilmente! Em vão e por nada gastei as minhas forças»! (Is.49,6)

São palavras de cansaço e desabafo, que saem da boca seca do Servo de Deus. Palavras com lágrimas de sal e sabor a desencanto! Mas quantos de nós, não experimentaremos, porventura, hoje, o mesmo amargo de boca, ao cabo de um ano pastoral, de catequese, de aulas, de trabalho? Não há, muitas vezes, em muitos de nós, a mesma sensação de frustração, pois parece que caíram em saco roto, todas as sementes do reino, que semeámos, ao longo do ano? Damo-nos conta de que, nem sempre, e em tantos casos, os resultados são ou serão os esperados! Tememos pela sorte e pelo futuro dos nossos meninos! Não sabemos, por exemplo, se irão continuar na catequese, se irão abandonar a comunidade e a prática da eucaristia dominical! Temos até medo de os perder de vista; sofremos, ao vê-los partir, por caminhos, que não lhes apontamos!

MUDAR DE VIDA E DE MENTALIDADE

Nesta solenidade, a Palavra de Deus apresenta-nos a figura profética de João Batista. Escolhido por Deus para ser profeta, ainda antes de nascer, ele é um “dom de Deus” ao seu Povo. Sublinhando a importância de João na história da salvação, a liturgia não deixa, contudo, de mostrar que João não é “a salvação”; ele veio, apenas, dirigir o olhar dos homens para Cristo e preparar o coração dos homens para acolher “a salvação” que estava para chegar.

A primeira leitura apresenta-nos uma misteriosa figura profética, eleita por Deus desde o seio materno, a fim de ser a “luz das nações” e levar a Palavra ao coração e à vida de todos os homens. Impressiona especialmente a centralidade que Deus assume na vida do profeta: toda a missão profética brota de Deus e sustenta-se de Deus.

Na segunda leitura, Paulo fala aos judeus de Antioquia do profeta João. Na perspetiva de Paulo, a missão de João consistiu em convidar os homens a uma mudança de vida e de mentalidade, numa espécie de primeiro passo para acolher o “Reino” que Jesus veio, depois, propor. Paulo deixa claro que João não é o Messias libertador, mas sim aquele que vem preparar o coração dos homens para acolher o Messias.

O Evangelho relata o nascimento de João. Na perspectiva de Lucas, os acontecimentos ligados ao seu nascimento mostram como o profeta João é um “dom de Deus”. Começa, nessa altura, a tornar-se claro para todos que Deus está por detrás da existência de João, e que a sua missão é ser um sinal de Deus no meio dos homens.

MARCADOR DA PALAVRA PARA A 11.ª SEMANA DO TEMPO COMUM

Neste Domingo procura cultivar sentimentos de paz e tranquilidade.

Imagina-te a viver sob a proteção de Deus; pensa na tua casa como uma habitação protegida pelo Altíssimo.

Na verdade é isso que acontece, mesmo se não te dás conta.

Deus nunca te desampara nem te deixa entregue ao poder do mal.

Cultiva esta certeza como fonte que alimenta a tua confiança e começa assim a tua semana de oração

MARCADOR DA PALAVRA PARA A 11.ª SEMANA DO TEMPO COMUM

XI Domingo do Tempo Comum

O Reino de Deus anunciado por Cristo não aparece, em toda a sua plenitude, da noite para o dia. O seu crescimento é lento, mas seguro e progressivo, como o de uma árvore frondosa. Pela imagem dum cedro que morre e depois renasce, fala-nos o Senhor Deus da queda do povo judaico e do renascimento do maravilhoso reino messiânico. O cristão deve ser o homem da esperança, que fundamenta em Cristo. A Ele deve confiar a sua vida, certo de que a seu tempo será recompensado.

O Reino está semeado nos sulcos da nossa terra

A liturgia do 11º Domingo do Tempo Comum convida-nos a olhar para a vida e para o mundo com confiança e esperança. Deus, fiel ao seu plano de salvação, continua, hoje como sempre, a conduzir a história humana para uma meta de vida plena e de felicidade sem fim.

Na primeira leitura, o profeta Ezequiel assegura ao Povo de Deus, exilado na Babilónia, que Deus não esqueceu a Aliança, nem as promessas que fez no passado. Apesar das vicissitudes, dos desastres e das crises que as voltas da história comportam, Israel deve continuar a confiar nesse Deus que é fiel e que não desistirá nunca de oferecer ao seu Povo um futuro de tranquilidade, de justiça e de paz sem fim.

O Evangelho apresenta uma catequese sobre o Reino de Deus – essa realidade nova que Jesus veio anunciar e propor. Trata-se de um projeto que, avaliado à luz da lógica humana, pode parecer condenado ao fracasso; mas ele encerra em si o dinamismo de Deus e acabará por chegar a todo o mundo e a todos os corações. Sem alarde, sem pressa, sem publicidade, a semente lançada por Jesus fará com que esta realidade velha que conhecemos vá, aos poucos, dando lugar ao novo céu e à nova terra que Deus quer oferecer a todos.

A segunda leitura recorda-nos que a vida nesta terra, marcada pela finitude e pela transitoriedade, deve ser vivida como uma peregrinação ao encontro de Deus, da vida definitiva. O cristão deve estar consciente de que o Reino de Deus (de que fala o Evangelho de hoje), embora já presente na nossa atual caminhada pela história, só atingirá a sua plena maturação no final dos tempos, quando todos os homens e mulheres se sentarem à mesa de Deus e receberem de Deus a vida que não acaba. É para aí que devemos tender, é essa a visão que deve animar a nossa caminhada.

Vestir a Camisola de Jesus

Na Festa do Corpo de Deus, as Paróquias de Ribamar e Santa Bárbara celebraram o que aconteceu em Quinta-feira Santa, quando Jesus celebrou a Páscoa com os seus discípulos e assim instituiu a Ceia Eucarística e fez dela o sinal da Nova Aliança. No fim da Celebração da Eucaristia, o Corpo do Senhor saiu à rua em procissão entre cânticos e aclamações.

Mas associada a esta Aliança Pascal está a Aliança Batismal. Todos os cristãos nascemos na Fonte santa do Coração de Jesus, donde jorrou sangue e água. Nascidos pelo Batismo dessa água do coração de Jesus e do Espírito Santo fomos revestidos de Cristo.

Por isso, nesta celebração 24 adolescentes reafirmaram a sua Aliança Baptismal e vestiram a Camisola de Jesus, ao fazer a sua Primeira Profissão de Fé. Nesta sua Aliança comprometeram-se  a treinar com Jesus, dizendo-Lhe que podem contar com eles, mas com o auxílio da Sua Graça que os ajude a fugir ao mal e a fazer o bem. Depois de fazer a Profissão de Fé, erguendo nas suas mãos a Luz de Cristo, receberam a Camisola de Jesus, dispostos a treinar com Jesus, atendendo às Suas instruções, indo com Ele aos treinos:

  • ouvir a Sua Palavra na Eucaristia;
  • orar em casa com a Bíblia;
  • amar os outros como Jesus nos amou.