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VAMOS TODOS RECOMEÇAR

Acabou o mês das férias e entrámos no mês do Recomeçar. Eis aí um novo ano pastoral para arrancar. Na Missa Vespertina do próximo Domingo, em Ribamar, vamos enviar a Celina, missionária, para Timor, e vamos enviar os Catequistas para a Missão da Catequese de um novo ano. Na Missão de evangelizar, a Catequese tem lugar privilegiado, nas Famílias em primeiro lugar e depois nas Paróquias.

É indispensável introduzir na Fé as crianças, aprofundar no conhecimento e na vivência os jovens e os adultos. Nenhuma pessoa está plenamente integrada na Fé, enquanto caminha neste mundo. Estamos sempre em crescimento. Somos sempre discípulos, isto é, aprendizes da Palavra do Senhor. Por isso, o nosso Bispo, D. José Policarpo, propõe como objetivo fundamental do Programa Diocesano Pastoral que Os cristãos e as comunidadesAssumam a Palavra de Deus como Luz para a vida”.

A finalidade da Catequese é a de fazer com que alguém se ponha, não apenas em contacto, mas em comunhão, em intimidade com Jesus Cristo. Para isso é preciso alguém que anuncie. Como diz S. Paulo: “Como hão de invocar aquele em quem não acreditaram? E como hão de acreditar naquele de quem não ouviram falar? E como hão de ouvir falar, sem alguém que o anuncie? E como hão de anunciar, se não forem enviados? Por isso está escrito: Como são bem-vindos os que anunciam o bem!” (Rom.10,14).

Ser catequista é um chamamento e vocação, é ser enviado pela Igreja em missão. Ser catequista é “alimentar-se da Palavra para ser servos da Palavra no trabalho da Evangelização”, como dizia João Paulo II. Ser catequista é aprender com Jesus a rezar, é estar em comunhão com a Igreja, é deixar-se formar pela Igreja para que em seu nome possamos transmitir as verdades da nossa Fé aos nossos catequizandos. Temos a missão de ajudar as crianças, adolescentes e jovens, a conhecer, a celebrar, a viver e a contemplar Jesus Cristo, e de os integrar na comunidade para que participem ativamente, na Liturgia Dominical.

“A preocupação constante de todo o catequista deve ser a de fazer passar, através do seu ensino e do seu modo de comportar-se, os ensinamentos e a vida de Jesus Cristo… Todos os catequistas deveriam poder aplicar a si próprios a palavra de Jesus: A minha doutrina não é tão minha como a d’Aquele que me enviou. Coisa semelhante fez S. Paulo: Eu aprendi do Senhor isto, que por minha vez vos transmiti” (CT.6). Sigamos o exemplo de S. João: “O que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos, o que as nossas mãos apalparam a respeito da Palavra da Vida…testemunhamos e vos anunciamos” (1Jo.1,1-4). O catequista é convidado a fazer esta experiência de S. João.

Porém, a Família é o lugar privilegiado, onde os filhos recebem dos pais a primeira evangelização. É no colo dos pais que devem balbuciar as primeiras orações. É vendo, ouvindo e experimentando o amor e a partilha na família que aprenderão a exercer a solidariedade e o amor para com o próximo. Por isso, pedimos aos pais que colaborem com os catequistas para bem dos seus filhos.

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