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MARCADOR PARA A 16.ª SEMANA DO TEMPO COMUM

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Não te deixes confundir com a rudeza do texto bíblico quando fala de um Deus guerreiro destruindo os inimigos de Israel. Este é o Deus que a rudeza do nosso coração deseja: Deus poderoso capaz de pôr em ordem os inimigos da Igreja, os inimigos da fé. Talvez seja a altura de pensares que os verdadeiros inimigos estão dentro de ti e é dentro de ti que precisas travar batalha com a ajuda de Deus. Invoca-O, coloca-te na Sua presença e reza.

2ª feira, 19/Julho – Miqueias 6, 1-8

Embora traído e ignorado, Deus continua a oferecer um caminho de libertação. A sua felicidade é que descubramos a vida em plenitude e quem acolhe com amor, deseja responder com amor. Desejo acolher em mim o Amor de Deus? Que resposta Lhe dou?

3ª feira, 20/Julho – Mateus 12, 46-50

Os laços de sangue são demasiado estreitos para a família que Deus quer formar. Essa família é uma comunidade que se estende a toda a criação. Sinto-me pertencer a esta família universal de Jesus? Desejo alargar o meu coração?

4ª feira, 21/Julho – Mateus 13, 1-9

Acolher a semente da presença de Deus é entrar numa história de amor e de confiança. Deus convida-me a confiar no seu amor. Mas uma tal confiança para crescer tem de ser alimentada e cuidada. Quais são os obstáculos que me impedem de acolher esta presença na minha vida?

5ª feira, 22/Julho – Jeremias 2, 1-13

Deus revela-se sempre como Aquele que dá a vida em abundância. A criação é um sinal visível deste amor. Como acolho o dom de Deus? Fecho-me ao seu amor ou deixo que Ele me faça nascer de novo?

6ª feira, 23/Julho – João 15, 1-8

Imagina Jesus a fazer-te um pedido: «Permanece no meu Amor».

Sábado, 24/Julho – Salmo 84 (83)

Preciso de Ti meu Deus. Ando em busca da Tua face; só Tu podes completar a minha vida, dar-lhe sentido. Senhor, eu sei que muitas vezes isto são apenas palavras, porque me perco de Ti: procuro outros rostos, quero outros sentidos para a minha vida, desejo escapar ao Teu amor; mas onde quer que vá, há sempre uma nostalgia de Ti. Por isso, recolho-me de vem em quando nos teus braços.

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