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Archive for Maio, 2010

NOVOS DESAFIOS

Pastor e profeta passou fazendo novos desafios.

Eis o que foi a Visita do Santo Padre Bento XVI, como Peregrino de Fátima.

Na próxima quinta-feira, em Festa do Corpo de Deus, alguns dos nossos jovens mais novos vão celebrar os Sacramentos da Iniciação Cristã: Baptismo, Crisma e Eucaristia.

Baptizar-se, crismar-se e fazer a Primeira Eucaristia (ou Primeira Comunhão) são os sinais que identificam e marcam para sempre o verdadeiro cristão.

É assumir o seu lugar na Igreja de pleno direito, assumindo a sua razão de ser cristão.

Porquê tantas pessoas baptizadas têm o seu baptismo atrofiado? Entraram na Igreja pelo Baptismo e logo a seguir ficaram a viver fora dela?

Daí a necessidade de uma Catequese querida e amada.

A nossa Catequese paroquial vai tornar-se toda ela mais dinâmica, a partir do Crisma recebido mais cedo. Estamos a perspectivá-la em Pastoral Juvenil com a dinâmica de Grupos, em que os jovens queiram ser cristãos, numa formação querida e amada.

Nesta Festa do Corpo de Deus, em Ribamar, é instituído um Grupo Juvenil que faz nascer o MEJ/Movimento Eucarístico Juvenil. Em perspectiva está para nascer a ACN/Acção Católica dos mais Novos e porventura a Juventude Mariana Vicentina.

Não esqueçamos as mensagens ou desafios que o Papa Bento XVI nos deixou, dizendo que é preciso conhecer e compreender os diversos factores sociais e culturais, avaliar as carências espirituais e programar eficazmente os recursos pastorais. Reconhece que não faltam crentes envergonhados, diante dos quais a Igreja portuguesa precisa de oferecer a todos os fiéis uma iniciação cristã, exigente e atractiva, comunicadora da integridade da Fé e da espiritualidade radicada no Evangelho, formadora de agentes livres no meio da vida pública.

Perante o incentivo que o Papa nos deixou, há muito trabalho a fazer. Não queremos ser daqueles que cruzam os braços a ver de fora quem se mexe.

Todos nós temos momentos marcantes na nossa vida que a podem modificar. Também na Igreja há acontecimentos que podem mudar a nossa vida. Na Igreja falamos dos dons do Espírito Santo e de como Ele pode influenciar e melhorar as nossas vidas. Mas será que entendemos exactamente o valor da acção do Espírito Santo em nós ?

É Ele que nos faz viver na unidade, na verdade, na fraternidade e na comunidade; nos envia a construir um mundo melhor, mais humano e mais fraterno, um mundo sem ódio e sem guerras, sem sofrimentos e sem injustiças.

Com Ele mãos à obra !

P. Batalha

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MARCADOR PARA SEMANA IX DO TEMPO COMUM

>> Marcador_da_Palavra_9-TC <<

Esta semana começa com a Igreja a celebrar Maria, Mãe de Jesus.

Maria põe-se a caminho ao encontro de Isabel, sua prima idosa que está para ser mãe. Maria de Nazaré, mulher a caminho, mulher de fé, mulher toda entregue à vontade de Deus. Ao começares a tua oração quotidiana, coloca-te nesta atitude de disponibilidade, de acolhimento, de fé.

2ª feira, 31/Maio – Lucas 1, 39-56

Tenta perceber a alegria que enche o coração das duas mulheres: a alegria de dar e receber gratuitamente e com generosidade.

3ª feira, 1/Junho – 1 Coríntios 1, 18-25

A cruz tem a sua linguagem; não é a linguagem do sofrimento, mas a linguagem do amor. Não podemos amar sem assumir o custo associdado de pôr sempre o outro em primeiro lugar. A cruz é um saber de experiência feito que não se aprende na teoria mas na prática do dia a dia. Por isso, quem se fecha sobre si mesmo não chega a entender a sabedoria da cruz.

4ª feira, 2/Junho – 2 Timóteo 1, 1-3.6-12

Tenta sentir a alegria e a confiança que Paulo coloca nas suas palavras e alimenta em ti o desejo de ter cada vez mais estes sentimentos. Nada há temer pois Deus dá força a quem nele confia.

5ª feira, 3/Junho (CORPO DE DEUS) – 1 Coríntios 11, 23-26

A Eucaristia evoca a entrega de Jesus por ti e por todos. Tens consciência disto? Pergunta-te também se a tua vida tem sido anúncio desta entrega e deste serviço aos outros.

6ª feira, 4/Junho – 2 Timóteo 3, 10-17

Imagina que é para ti que Paulo escreve esta carta. Que ideia, desejo ou inspiração te provoca?

Sábado, 5/Junho – Salmo 71 (70)

Lembra-te das palavras de Jesus: «Quando rezares, entra no teu quarto e reza em segredo». Aplica estas palavras à situação em que te encontras: em casa, na rua, caminhando, no autocarro, rodeado de gente, ou sózinho. Deixa que esta oração aconteça no segredo da tua intimidade com Deus. E Deus, que vê no segredo, estará contigo e, aos poucos, a tua vida irá sendo cada vez mais ao jeito de Cristo e do seu Evangelho.

DEUS TRINITÁRIO: comunidade, participação, interrelação

A Solenidade que hoje celebrámos não é um convite a decifrar a mistério que se esconde por detrás de “um Deus em três pessoas”; mas é um convite a contemplar o Deus que é amor, que é família, que é comunidade e que criou os homens para os fazer comungar nesse mistério de amor.

A primeira leitura sugere-nos a contemplação do Deus criador. A sua bondade e o seu amor estão inscritos e manifestam-se aos homens na beleza e na harmonia das obras criadas (Jesus Cristo é “sabedoria” de Deus e o grande revelador do amor do Pai).

A segunda leitura convida-nos a contemplar o Deus que nos ama e que, por isso, nos “justifica”, de forma gratuita e incondicional. É através do Filho que os dons de Deus/Pai se derramam sobre nós e nos oferecem a vida em plenitude.

O Evangelho convoca-nos, outra vez, para contemplar o amor do Pai, que se manifesta na doação e na entrega do Filho e que continua a acompanhar a nossa caminhada histórica através do Espírito. A meta final desta “história de amor” é a nossa inserção plena na comunhão com o Deus/amor, com o Deus/família, com o Deus/comunidade.

PORTUGUÊS

ESPAÑOL

    A CATEQUESE EM PEDDY-PAPER: ser cristão é pôr-se a caminho

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    O 1.º CRISMA DA IGREJA!

    No dia de Pentecostes, os Apóstolos estavam todos reunidos no mesmo lugar. Subitamente, fez-se ouvir, vindo do Céu, um rumor semelhante a forte rajada de vento, que encheu toda a casa onde se encontravam. Viram então aparecer uma espécie de línguas de fogo, que se iam dividindo, e poisou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que se exprimissem” (Actos, 2,1…).

    Se o Espírito Santo foi necessário na vida de Jesus; ainda o é mais na vida da Igreja que tem a mesma missão de Jesus. Por isso, antes de voltar para o Céu, o Senhor prometeu enviar o Espírito Santo aos apóstolos, dizendo-lhes: “Quando vier o Paráclito, que Eu vos enviarei de junto do Pai, o Espírito da Verdade que vem do Pai, Ele dará testemunho de Mim. E vós também dareis testemunho, porque estais comigo desde o princípio” (Jo. 15, 26…)

    Os apóstolos, que até ali estavam trancados num sala com medo, saíram à praça pública e apresentaram-se como corajosas testemunhas da morte e ressurreição de Jesus. E o Espírito Santo lançou os convertidos, que pediram o Baptismo, a fazer a experiência de viver o Evangelho em comunidade: ouvindo a pregação dos Apóstolos; celebravam a Eucaristia/fracção do Pão; amavam-se como irmãos, repartindo os seus bens

    Como nos propôs o Papa Bento XVI em Lisboa, no Terreiro do Paço:

    “É preciso voltar a anunciar com vigor e alegria o acontecimento da morte e ressurreição de Cristo, coração do cristianismo, fulcro e sustentáculo da nossa fé, alavanca poderosa das nossas certezas, vento impetuoso que varre qualquer medo e indecisão, qualquer dúvida e cálculo humano. A ressurreição de Cristo assegura-nos que nenhuma força adversa poderá jamais destruir a Igreja”.

    A Igreja nasceu da Morte e Ressurreição de Jesus, da Sua Páscoa. Mas ela firmou-se, cresceu, começou a agir, quando recebeu o Espírito Santo. Nos cristãos acontece a mesma coisa: pelo Baptismo unimo-nos à Morte e à Ressurreição de Jesus. Nascemos para vida da Fé na Comunidade. Pelo Crisma recebemos o Espírito Santo, de um modo especial para agir e trabalhar pelo Reino de Deus, como aconteceu com os Apóstolos. Este Espírito Santo é a marca que temos de que pertencemos a Deus: “Fostes marcados com o sêlo do Espírito Santo prometido, o qual é a garantia da nossa herança”.

    Pelo Baptismo entrámos na Comunidade, nascemos para a Fé. O Crisma é o sinal de que recebemos e aceitamos o Espírito de Jesus na nossa vida, é o sinal de que assumimos conscientemente os compromissos do Baptismo.

    O Baptismo é como a raiz e o tronco da árvore; o Crisma é como os ramos e os frutos. O baptismo levanta as paredes e põe o telhado; o Crisma faz os acabamentos. Por isso dizemos que o Crisma é a Confirmação do Baptismo. Completa o Baptismo. A Igreja é como a agricultura de Deus. Cada cristão é uma propriedade. Nesta propriedade, pelo Baptismo se planta a Fé. O Sol que faz crescer a planta da Fé é o Espírito Santo.

    Ele dá-nos a Liberdade que nos faz viver como filhos de Deus, no amor e na verdade; Ele dá-nos a Alegria, porque temos a certeza de que Deus está connosco, que o Espírito Santo habita os nossos corações; dá-nos a firmeza e a Coragem para dar testemunho de Jesus, enfrentando dificuldades e perseguições.

    Para nos fortalecer e alimentar o Seu Espírito em nós, Ele deixou-nos a Eucaristia que é, desde o princípio, o centro da vida cristã; pois o Senhor Jesus no final da Ceia disse aos Apóstolos: “Fazei isto em memória de Mim”. Aliás, Jesus tinha dito aos discípulos: “Desejei ardentemente comer esta Páscoa convosco”. Era a alegria de quem vai fazer a surpresa de dar um presente. De facto, Jesus começou a celebrar a tradicional Ceia Pascal dos hebreus e, no meio da Ceia, mudou o pão e o vinho no Seu Corpo e no Seu Sangue e os deu aos discípulos como presente perpétuo. Portanto Jesus deu à Ceia pascal um novo significado. Ela deixou de ser a Memória da saída do Egipto para ser a Memória da Nova e Eterna Aliança, realizada em Jesus Cristo. Ele revelou-se para nós o Pão descido do Céu para dar a Sua vida ao mundo. Grande maravilha é esta: Confirmados pelo Espírito Santo e alimentados pelo Pão da Vida eterna. Ámen! Aleluia!

    P. Batalha

    MARCADOR DA PALAVRA

    >> Marcador da Palavra para a 8ª Semana do Tempo Comum <<

    A Igreja celebra a solenidade do Pentecostes, o dom do Espírito Santo à Igreja de todos os tempos. No início da tua oração diária, reza: «Vem, Senhor e Mestre da minha vida, ensina-me o caminho da oração contínua, para que eu louve a Santa Trindade, onde quer que vá, onde quer que esteja». Toma consciência da presença do Espírito Santo em ti e à tua volta.

    2ª feira, 24/Maio – Marcos 10, 17-27

    Põe-te no lugar daquele homem, deixa-te atravessar pelo olhar de Jesus; escuta as suas palavras: elas dirigem-se a ti. Deixa o teu fardo, aceita o convite da libertação: «Vem e segue-Me.»

    3ª feira, 25/Maio – Marcos 10, 28-31

    Põe-te no lugar de Pedro, de modo que Jesus converse contigo; acolhe a sua promessa de abundância de vida. Não saltes a promessa de perseguições de que Jesus também fala. Abundância e perseguição, dois termos da equação do amor.

    4ª feira, 26/Maio – Marcos 10, 32-45

    Ao leres o Evangelho, cai na conta da seguinte contradição: Jesus, o Mestre, vai descendo à condição de servo; os discípulos querem segui-lo mas, no caminho, vão rivalizando pelas posições cimeiras. Seremos nós também assim?

    5ª feira, 27/Maio – Marcos 10, 46-52

    Lê com atenção o encontro de Bartimeu com Jesus. Põe-te no seu lugar. Procura Jesus. Sente que a multidão te impede de chegar a Ele. Sente também que te conduzem até Ele. Escuta-O a dizer-te: «Que queres que Eu te faça?»

    6ª feira, 28/Maio – 1 Pedro 4, 7-13

    Ao leres esta carta presta atenção às máximas e conselhos de Pedro. Eles avivam nos cristãos e em ti a maneira de viver de Jesus Cristo, manifestam o seu Espírito na Igreja e no mundo de hoje

    Sábado, 29/Maio – Salmo 63 (62)

    Deixa que a oração te ajude a criar espaço para Deus no teu coração. Procura que brotem em ti sentimentos de alegria e gratidão por tudo o que o Senhor te concedeu e te vai ainda conceder. Mesmo que estejas numa má situação, procura dar lugar ao Senhor no teu coração e deixa-te pacificar pela sua presença.

    VEM, SENHOR!

    O tema deste domingo é, evidentemente, o Espírito Santo. Dom de Deus a todos os crentes, o Espírito dá vida, renova, transforma, constrói comunidade e faz nascer o Homem Novo.

    O Evangelho apresenta-nos a comunidade cristã, reunida à volta de Jesus ressuscitado. Para João, esta comunidade passa a ser uma comunidade viva, recriada, nova, a partir do dom do Espírito. É o Espírito que permite aos crentes superar o medo e as limitações e dar testemunho no mundo desse amor que Jesus viveu até às últimas consequências.

    Na primeira leitura, Lucas sugere que o Espírito é a lei nova que orienta a caminhada dos crentes. É Ele que cria a nova comunidade do Povo de Deus, que faz com que os homens sejam capazes de ultrapassar as suas diferenças e comunicar, que une, numa mesma comunidade de amor, povos de todas as raças e culturas.

    Na segunda leitura, Paulo avisa que o Espírito é a fonte de onde brota a vida da comunidade cristã. É Ele que concede os dons que enriquecem a comunidade e que fomenta a unidade de todos os membros; por isso, esses dons não podem ser usados para benefício pessoal, mas devem ser postos ao serviço de todos.

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    BENTO XVI EM PORTUGAL

    SEREIS TESTEMUNHAS !

    “Sois minhas testemunhas!…Ide e ensinai todos os povos – diz o Senhor. Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos!”

    A Ascensão do Senhor Jesus é o ponto de partida da missão da Igreja. É o início da actividade dos apóstolos e dos discípulos. A obra da Salvação tem de continuar com a nossa participação no testemunho fiel de Cristo. Assim afirmou o Papa em Lisboa: É preciso voltar a anunciar com vigor e alegria o acontecimento da morte e ressurreição de Cristo. E pediu concretamente aos jovens que transmitam como é belo ser amigo de Jesus e que vale a pena seguí-lo, porque é em Jesus Cristo que se encontra o verdadeiro sentido da vida. Não tenham vergonha, nem medo.

    Os Papas exortam a esta ousadia porque nunca o ser humano se isolou tanto com medo de se encontrar com os outros e com Deus, medo de confrontar ideias, valores e ideais. Esconde-se em subterfúgios que ele mesmo inventa para se esconder da verdade, de si mesmo e do confronto com a totalidade do seu próprio ser que, não podendo vir de si mesmo, em outro o tem de procurar. O ser humano manifesta a frustração que projecta sobre os compromissos que deveria assumir e que não assume, porque para ele o futuro é incerto e dramático. Por isso a Igreja tem de exortar o homem a não ter medo, com a ousadia da esperança.

    Vivemos numa época de grandes perturbações históricas, inundada por uma evolução cultural assombrosa e de desafios ‘globais’. A secularização tomou o rosto do ateísmo e do relativismo libertino, cultura da sociedade do consumismo e do prazer. Porque não conseguem satisfazer o coração das pessoas, coexiste uma busca espiritual e religiosa muito variada. Há, porém, uma tendência em enveredar por uma vaga religiosidade, no meio da grande feira das religiões. Então, nós não podemos ignorar esta realidade. É nossa missão proclamar, testemunhar e anunciar que só Cristo pode satisfazer completamente a sede espiritual e a fome de Deus que o homem tem. Só Jesus Cristo, Mestre da História, pode realizar os desejos de Verdade e de Felicidade.

    “Hoje, para dar respostas adequadas a grandes mudanças culturais, particularmente sentidas no mundo juvenil, tornaram-se um instrumento útil as vias de comunicação abertas pelas conquistas tecnológicas”. O mundo digital abre perspectivas à missão: “Ai de mim se não evangelizar!”. Neste Dia Mundial das Comunicações Sociais, Bento XVI, na sua Mensagem, propõe aos sacerdotes que multipliquem o seu empenho em colocar os m.c.s./meios de comunicação social ao serviço da Palavra. A Palavra poderá assim fazer-se ao largo através das auto-estradas da Internet, a fim de que através das novas formas de comunicação, Deus possa passar pelas ruas das cidades e deter-se no limiar das casas e dos corações, fazendo de novo ouvir a sua voz: “Eu estou à porta e chamo. Se alguém ouvir a minha voz e Me abrir a porta, entrarei em sua casa, cearei com ele e ele comigo” (Ap. 3,20).

    Alegra-nos saber e sentir que o nosso sítio na Internet – https://faroldeluz.wordpress.com tenha atingido quase 185.000 visitas e que, na última semana bateu o record com mais de 4.000. Damos graças a Deus por estarmos a servir muita gente, não só em Portugal, mas também em todo o mundo, sobretudo no Brasil.

    “Com o Evangelho nas mãos e no coração, é preciso reafirmar que é tempo também de continuar a preparar os caminhos que conduzam à Palavra de Deus…Efectivamente, uma pastoral no mundo digital é chamada a ter em conta também aqueles que não acreditam…”.

    Por isso, neste 44.º Dia Mundial das Comunicações Sociais, “Ide e anunciai…também nas redes digitais”.

    P. Batalha

    Mensagem para o 44.º Dia Mundial das Comunicações Sociais

    MARCADOR PARA A 7.ª SEMANA DA PÁSCOA

    >> Marcador_da_Palavra_Pascoa7-C <<

    O Reino de Deus é justiça e paz. Durante esta semana, ao iniciares a tua oração diária, faz teus os sentimentos que esta frase exprime; mantém um olhar positivo sobre o que te rodeia; procura à tua volta sinais do Reino de Deus, sinais do amor que identifica este Reino.

    2ª feira, 17/Maio – João 16, 29-33

    Jesus despede-se dos seus amigos. Jesus sabe que vai ficar só diante dos seus inimigos, diante do poder do mal, mas diz «Eu não estou só, o Pai está comigo. E tu? Sabes-te acompanhado nas tuas lutas? Ou vives as tuas dificuldades sozinho? Saboreia a presença permanente de Deus na tua vida. Está atento!

    3ª feira, 18/Maio – João 17, 1-11a

    O Evangelho convida-te a participar na intimidade da oração de Jesus. Ele pede a plenitude da vida para a humanidade, para ti. Reconhece-te confiado à oração de Jesus. Reza pelas necessidades dos que sofrem, daqueles que te são confiados.

    4ª feira, 19/Maio – João 17, 11b-19

    Jesus pede ao Pai que nos guarde em Seu nome; pede pelos seus irmãos de todos os tempos. Por isso, tu tens parte na Sua identidade, és-lhe próprio e querido. Procura sentir como Jesus cuida de ti em nome do Pai e estende aos outros esta atenção de amor que Deus tem por ti.

    5ª feira, 20/Maio – João 17, 20-26

    O desejo de Jesus é que todos sejam um, como Ele e o Pai são um. Somos todos diferentes e a riqueza da vida é a comunhão das diferenças. Aprecia as pessoas à tua volta; cada uma tão única e original. És capaz de valorizar as diferenças? Gerar unidade, compreensão, concórdia, solidariedade, …?

    6ª feira, 21/Maio – João 21, 15-19

    Imagina-te na praia, junto ao mar da Galileia. Imagina-te aí no encontro dos discípulos com Jesus Ressuscitado. Tu estás entre os discípulos. Depois da refeição, Jesus convida-te a caminhar ao longo da margem. Jesus para e pergunta-te: «Amas-me?». Tu paras também, escutas o teu coração. Como reages? Que lhe respondes? Sentes-te embaraçado? Pede a Deus que te dê esse amor que Jesus te pede.

    Sábado, 22/Maio – Salmo 104 (103)

    Este fim-de-semana, a Igreja celebra a solenidade do Pentecostes. É a memória do dom do Espírito Santo à Igreja que nasce em Jerusalém e que daí se alarga até aos confins da terra. O Espírito Santo é paz, alegria, bondade, vida, amor divino que se dá a quem deseja acolhê-lo. Abre as portas do teu coração a este Senhor que dá a vida, que falou e fala pelos profetas, que conduz a Igreja.