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Archive for Fevereiro, 2010

IMAGEM PEREGRINA DE CRISTO SACERDOTE

Fevereiro 27, 2010 Deixe um comentário

Em toda a Diocese, anda a percorrer as Paróquias uma Imagem Peregrina de CRISTO SACERDOTE, porque a Igreja celebra o Ano Sacerdotal, comemorando o 150º aniversário da morte de S. João Maria Vianney, o Santo Cura d’Ars, padroeiro dos Sacerdotes.

A imagem de Cristo Sacerdote, que vamos receber, apresenta-nos Jesus Ressuscitado que aparece no meio dos discípulos e lhes diz: a paz esteja convosco!

Está revestido de uma túnica branca e cingido com um cinto de ouro, como é descrito na visão inicial do livro do Apocalipse (1, 12-16). A fivela em forma de oito significa a vida eterna, e lembra-nos que, ressuscitado de entre os mortos, Ele vive e é Sacerdote para sempre. A coroa que traz na cabeça simboliza a sua realeza. O seu rosto tanto é majestoso como repassado de mansidão e de humildade. As suas mãos estão vazias e marcadas pelas chagas dos cravos. Com a esquerda indica-nos o seu coração cheio de amor, e abençoa-nos com a direita. A sua presença é afirmativa, mas não se impõe. O seu sacerdócio é filial: está em nome do Pai, submisso ao Pai e cheio do Espírito Santo que deseja comunicar-nos, e parece dizer-nos: vinde a Mim, e Eu vos levarei ao Pai porque ninguém vai ao Pai senão por Mim! Vinde e

aprendei de Mim que sou manso e humilde de coração! Aceitai comigo a vossa cruz e aprendei a oferecer ao Pai as vossas vidas! Jesus diz-nos ainda: todo o discípulo bem formado será como o seu Mestre (cf. Lc 6, 40). Para que sejamos esses discípulos bem formados exerçamos na nossa vida o seu sacerdócio. Cultivemos a comunhão com Ele e tornemo-nos membros vivos do seu Corpo que é a Igreja.

O Papa Bento XVI propôs a celebração do Ano Sacerdotal, com o tema “Fidelidade de Cristo, Fidelidade do Sacerdote”. É preciso que cada cristão perceba e reconheça a importância do papel e da missão do sacerdote na Igreja de Cristo e na sociedade contemporânea.

Os sacerdotes são importantes não só pelo que fazem, mas também pelo que são, testemunhas e portadores da Boa Nova; investem toda a sua vida na realização da sua vocação e na missão para a qual foram chamados e consagrados. “Vive o mistério que é posto nas tuas mãos. Este mistério é Cristo, Pastor e porta das ovelhas”.

Acabei de chegar, como sabem, duma semana de Retiro, em Fátima, com mais 50 sacerdotes, orientado pelo actual Bispo de Aveiro D. António dos Santos que nos ajudou exactamente a meditar e a rever a nossa vocação e missão, no nosso ministério sacerdotal, com esta mira: fidelidade do sacerdote aprendida na fidelidade de Cristo.

Mas também o nosso Patriarca , na sua 1ª Catequese Quaresmal, nos lembra que “O desafio deste Ano Sacerdotal não envolve apenas os sacerdotes, aqueles a quem chamamos padres; interpela-nos a todos como membros do Povo de Deus, todos os domingos convocados para celebrar a Eucaristia, com Jesus Cristo e como Ele a celebra, prestando ao Pai o louvor que Ele merece e onde se realiza a nossa redenção. Esse sacrifício de louvor é oferecido por um sacerdote, na pessoa de Cristo o único Sacerdote; mas é oferecido por todos nós que, pelo baptismo, nos unimos a Cristo. Na Eucaristia, torna-se claro que a Igreja, presidida por Cristo Sacerdote, é toda ela um Povo sacerdotal, porque faz um com Cristo, é o “corpo de Cristo”. Então, vamos todos acolher a Visita da Imagem de Cristo Sacerdote como uma oportunidade especial para tomarmos consciência e saborearmos a preciosidade que é o sacerdócio na Igreja que somos.

P. Batalha

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TRANSFORMANDO A NOSSA FORMA DE VIVER

Fevereiro 26, 2010 Deixe um comentário

>>Marcador da Palavra para a 2ª Semana da Quaresma NOVO

Interior da Basílica da Transfiguração

As leituras deste domingo convidam-nos a reflectir sobre a nossa “transfiguração”, a nossa conversão à vida nova de Deus; nesse sentido, são-nos apresentadas algumas pistas.

A primeira leitura apresenta-nos Abraão, o modelo do crente. Com Abraão, somos convidados a “acreditar”, isto é, a uma atitude de confiança total, de aceitação radical, de entrega plena aos desígnios desse Deus que não falha e é sempre fiel às promessas.

A segunda leitura convida-nos a renunciar a essa atitude de orgulho, de autosuficiência e de triunfalismo, resultantes do cumprimento de ritos externos; a nossa transfiguração resulta de uma verdadeira conversão do coração, construída dia a dia sob o signo da cruz, isto é, do amor e da entrega da vida.

O Evangelho apresenta-nos Jesus, o Filho amado do Pai, cujo êxodo (a morte na cruz) concretiza a nossa libertação. O projecto libertador de Deus em Jesus não se realiza através de esquemas de poder e de triunfo, mas através da entrega da vida e do amor que se dá até à morte. É esse o caminho que nos conduz, a nós também, à transfiguração em Homens Novos.

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O CAMINHO DA QUARESMA

Fevereiro 20, 2010 Deixe um comentário

Deus, na Sua Igreja, conduz o seu povo “ao deserto para lhe falar ao coração” (Os.2,16). Ele cuida da Sua Igreja, fazendo uma cura de rejuvenescimento, com uma terapia espiritual de purificação, renovação e santificação. A Quaresma é o tempo favorável para pôr a vida em ordem, saindo da mediocridade, respondendo ao chamamento de Deus.

Na passada 4ª feira de cinzas fomos muitos os que nos congregámos para dar início à Quaresma, pelo apelativo simbolismo das cinzas: apelo a trilhar o caminho da conversão que iremos escutando ao longo da Quaresma, tomando consciência do nosso pecado, dando valor à misericórdia de Deus e manifestando-lhe a nossa gratidão.

A Quaresma é o tempo favorável, como nos diz S.Paulo: “Nós vos pedimos em nome de Cristo: reconciliai-vos com Deus”.

A Quaresma é um tempo para nos centrarmos no essencial da Vida cristã. Embora preocupados com as necessidades humanas vitais, temos de saber pôr Jesus Cristo no centro da nossa vida. De Domingo em Domingo, ponhamos o nosso olhar em Jesus e descobriremos que este êxodo, esta saída ao deserto é um caminho de conversão sob um olhar de um Deus paciente (3ºDomingo), cheio de misericórdia (4ºdom.), sempre pronto a relançar-nos no caminho (5º). Quaresma é tempo de esforço de nos identificarmos com o Evangelho do Senhor. Aquele que já conhecemos e amamos, fazendo-o mais vida da nossa vida.

A Quaresma, por isso, é tempo de um maior contacto com a Sagrada Escritura. A Palavra de Deus que nos é proclamada na assembleia, é para ser acolhida por cada um pessoalmente e também lida individualmente.

A quaresma é também tempo para nos abeirarmos das fontes da graça que são os sacramentos da penitência ou perdão e a Eucaristia. Deus vem em teu auxílio. Como pecadores perdoados devemos acolher todas as oportunidades em que Deus nos oferece a Sua misericórdia.

Quaresma é tempo de luta contra o mal que há em nós e o que vemos ao nosso redor.

Quaresma é tempo de solidariedade e de compromisso com os necessitados, para lhes darmos não só o que nos sobra ou do que nos abstemos, mas também darmo-nos.

Quaresma é tempo de fazer da nossa austeridade a nossa mais profunda liberdade perante os pequenos prazeres ou distracções de que nos servimos, mas também nos podem escravizar. Penitência, Oração, Partilha, preparando a Páscoa do Senhor.

Quaresma é um tempo meditativo. Há que travar a marcha da vida e reservar um tempo para meditar a Palavra de Deus. Marquemos a hora e o dia, de preferência todos os dias. Se tens filhos na Catequese, eles levam-te esta semana uma proposta para desligares a televisão durante a refeição do jantar para poderdes conversar e com eles meditar na Palavra. Colaborai para serdes uma “Família a caminho da Vida”.

P. Batalha

JESUS FOI TENTADO E NÓS TAMBÉM

Fevereiro 19, 2010 Deixe um comentário
 
 

O DESERTO é lugar de encontro com Deus e contigo mesmo

No início da Quaresma, a Palavra de Deus apela a repensar as nossas opções de vida e a tomar consciência dessas “tentações” que nos impedem de renascer para a vida nova, para a vida de Deus.

A primeira leitura   convida-nos a eliminar os falsos deuses em quem às vezes apostamos tudo e a fazer de Deus a nossa referência fundamental. Alerta-nos, na mesma lógica, contra a tentação do orgulho e da auto-suficiência, que nos levam a caminhos de egoísmo e de desumanidade, de desgraça e de morte. 

O Evangelho  apresenta-nos uma catequese sobre as opções de Jesus. Lucas sugere que Jesus recusou radicalmente um caminho de materialismo, de poder, de êxito fácil, pois o plano de Deus não passava pelo egoísmo, mas pela partilha; não passava pelo autoritarismo, mas pelo serviço; não passava por manifestações espectaculares que impressionam as massas, mas por uma proposta de vida plena, apresentada com simplicidade e amor. É claro que é esse caminho que é sugerido aos que seguem Jesus. 

A segunda leitura convida-nos a prescindir de uma atitude arrogante e auto-suficiente em relação à salvação que Deus nos oferece: a salvação não é uma conquista nossa, mas um dom gratuito de Deus. É preciso, pois, “converter-se” a Jesus, isto é, reconhecê-l’O como o “Senhor” e acolher no coração a salvação que, em Jesus, Deus nos propõe.

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PASSO A REZAR – 19/fev.

Fevereiro 19, 2010 Deixe um comentário

>>Passo a rezar – 19/Fevereiro<< (ficheiro mp3)

PASSO A REZAR

Fevereiro 18, 2010 Deixe um comentário

PASSO A REZAR: leva contigo a tua oração

Fevereiro 17, 2010 Deixe um comentário

O http://www.passo-a-rezar.net/é o novo site onde podes fazer download gratuito de 10 minutos de oração diariamente e levares contigo a tua oração em formato mp3 para rezares onde e quando quiseres. A partir de 17 de Fevereiro.

A marcar o início da Quaresma, e na preparação da vinda do Papa a Portugal, o projecto inspira-se no que os jesuítas lançaram há cinco anos, em Inglaterra – o “pray-as-you-go” é por cá o “passo a rezar” e vai disponibilizar na Internet uma oração diária, de segunda a sexta-feira.

Francisco Martins é um dos promotores desta iniciativa do Apostolado da Oração, que propõe aos portugueses que aproveitem melhor o tempo em que se deslocam para trabalhar ou estudar.

“Aproveitar estes tempos de trânsito para rezar é uma oportunidade única e o «passo-a-rezar» quer servir aí as pessoas”, explica.

Lançado no início da Quaresma, o projecto pretende também ajudar os portugueses a prepararem-se melhor para receber o Papa, em Maio: “O que estamos a propor aos portugueses é que também preparem, interiormente, a visita do Papa Bento XVI a Portugal”, afirma o jesuíta Francisco Martins.

O site “passo-a-rezar.net” é lançado esta quarta-feira. O projecto conta com a colaboração das rádios do grupo Renascença (Renascença, RFM, MEGA Hits e Sim).

ADEUS

Fevereiro 17, 2010 Deixe um comentário

O Carnaval é uma festa que, não sendo de origem cristã, está enquadrada no calendário festivo da Igreja.

As raízes do Carnaval são múltiplas: judaicas –  pagãs – cristãs. Todas acentuam o convívio humano em todos os lugares e em todos os tempos.

Por detrás desta festa divertida e mundana está aquela sabedoria do ritmo do tempo descrito na Bíblia: “Para tudo há um tempo e um tempo para cada coisa debaixo do céu: tempo para nascer e tempo para morrer, tempo para plantar e tempo para arrancar o plantio… tempo para chorar e tempo para rir, tempo para se lamentar e tempo para dançar” (Ecl  3, 1-4).

Não acontece tudo ao mesmo tempo; o homem precisa de um certo ritmo, primeiro através da criação e depois através da história que a fé representa ao longo do ano, através da cultura…; mas a alegria e o simbolismo sempre estiveram presentes. O Carnaval foi-se transformando em cada período histórico, com características cada vez mais diferentes. Perdeu um certo ritual de magia e de fantástico para se tornar em coisa nenhuma, a não ser muitas vezes um espectáculo de mau gosto – naturalmente expressão da sociedade do vazio em que vivemos. O comércio presta-lhe as honras com as máscaras e os mascarados. O Carnaval tornou-se uma “liturgia” da liberdade de expressão cultural, de crítica social, da libertinagem e da irresponsabilidade. 

Porém, com máscaras e mascarados, fazemos a vida quotidiana ao longo do ano. Por isso a Igreja, perante ritmos de vida tão descolorida, marca a diferença e propõe um tempo com atitudes diferentes e fazendo do Carnaval (traduzido do latim “carne vale”  = “adeus à carne”) um ‘Adeus” à carne, para uma abstinência, para uma moderação na comida e na bebida com o sentido da partilha e da solidariedade, da mudança de atitudes. Somos convidados à conversão, aprofundando o que é que se esconde por detrás dos nossos hábitos, das nossas boas maneiras, das nossas aparências, das nossas máscaras, verificando se vivemos segundo os critérios do Evangelho que nos valorizam e enriquecem.

Da dispersão em que andamos na engrenagem impiedosa das múltiplas ocupações, tão atarefados, somos convidados a fazer da Quaresma um tempo e um espaço de deserto, de silêncio, de paz, para que façamos esforço de interiorização, de reflexão pessoal e quanto possível na família. Aliás, é esta a proposta que nas reuniões de pais dos jovens que andam na catequese lhes apresentamos com a Caminhada Quaresmal para a Páscoa. É um tempo em que Cristo Jesus nos convida para uma vida nova. É tempo de nos voltarmos para Deus que nos ama, que nos salva por Seu Filho. A Família a Caminho da Vida.

Digamos adeus ao Carnaval e comecemos um tempo novo, para uma vida nova.

 

P. Batalha

VIVER UM ESTILO DE VIDA SIMPLES APROXIMA-NOS DE DEUS

Fevereiro 11, 2010 Deixe um comentário
 

Galileia, igreja das Bem-Aventuranças

A Palavra de Deus que nos é proposta neste domingo leva-nos a reflectir sobre o protagonismo que Deus e as suas propostas têm na nossa existência.

 A primeira leitura põe frente a frente a auto-suficiência daqueles que prescindem de Deus e escolhem viver à margem das suas propostas, com a atitude dos que escolhem confiar em Deus e entregar-se nas suas mãos. O profeta Jeremias avisa que prescindir de Deus é percorrer um caminho de morte e renunciar à felicidade e à vida plenas. 

O Evangelho proclama “felizes” esses que constroem a sua vida à luz dos valores propostos por Deus e infelizes os que preferem o egoísmo, o orgulho e a autosuficiência. Sugere que os preferidos de Deus são os que vivem na simplicidade, na humildade e na debilidade, mesmo que, à luz dos critérios do mundo, eles sejam desgraçados, marginais, incapazes de fazer ouvir a sua voz diante do trono dos poderosos que presidem aos destinos do mundo. 

segunda leitura, falando da nossa ressurreição – consequência da ressurreição de Cristo –, sugere que a nossa vida não pode ser lida exclusivamente à luz dos critérios deste mundo: ela atinge o seu sentido pleno e total quando, pela ressurreição, desabrocharmos para o Homem Novo. Ora, isso só acontecerá se não nos conformarmos com a lógica deste mundo, mas apontarmos a nossa existência para Deus e para a vida plena que Ele tem para nós.

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A NOSSA IRMÃ DOENÇA ACAMPOU ENTRE NÓS ? !

Fevereiro 6, 2010 1 comentário

Marcador_da Palavra – 5ª Semana do Tempo Comum, Ano C

Nestes dias, a nossa Paróquia de Ribamar foi fustigada com a morte de vários irmãos. Parece que a doença acampou no meio de nós. São tantos os irmãos que estão doentes e alguns com doenças graves.

Na próxima quinta-feira é o Dia Mundial do Doente.  Olhemos de frente a saúde, a doença, o sofrimento e a morte.

“Saúde  Paz  e  Bem !” – é uma saudação com a qual cumprimento muita gente. Porém, Deus diz-nos: Faz que Eu te ajudarei !

Nós devemos cuidar da nossa saúde: numa sociedade em que se procura tanto o bem-estar material e o prazer, vivendo-se sem regras e ao sabor dos instintos… causa mossa; daí, por exemplo, o problema da obesidade quando a alimentação não é cuidada.

Normalmente só sabemos apreciar a saúde quando ela nos falta; e feliz de quem tomar o aviso a sério.

À doença, como nos ensina S. Francisco, devemos tratá-la como irmã, tratando os doentes com dignidade, com carinho e amizade, com respeito e com solicitude. Ela é um desafio às obras de misericórdia. Visitar e cuidar dos doentes é uma obrigação do cristão. Toda a pessoa baptizada deve ao seu semelhante a caridade do bom samaritano e do lava-pés de Jesus. “Vistes o que Eu fiz, deveis fazê-lo também”.

Devemos apoiar os irmãos no sofrimento. Conscientes de que os ‘porquês’ do sofrimento são, umas vezes, consequência dos nossos erros e pecados, outras vezes, nem por isso.

João Paulo II diz-nos que “O Livro de Job põe de modo perspicaz, a pergunta sobre o “porquê” do sofrimento; e mostra também que ele atinge o inocente, mas ainda não dá a solução ao problema. Para descobrir o sentido profundo do sofrimento, seguindo a Palavra de Deus revelada, é preciso abrir-se amplamente à pessoa humana com as suas múltiplas potencialidades. É preciso, sobretudo, acolher a luz da Revelação, não só porque exprime a ordem transcendente da justiça, mas também porque ilumina esta ordem com o amor, qual fonte definitiva de tudo o que existe.

O Amor é ainda a fonte mais plena para a resposta à pergunta acerca do sentido do sofrimento. Esta resposta foi dada por Deus ao homem, na Cruz de Jesus Cristo. Cristo tornou-se próximo do mundo do sofrimento humano.

Passou fazendo o bem”; e adoptava este modo de proceder, em primeiro lugar, para com os que sofriam e os que esperavam ajuda: curava os doentes, consolava os aflitos, dava de comer aos famintos, libertava os homens da surdez, da cegueira, da lepra, do demónio e de diversas deficiências físicas; por três vezes restituiu mesmo a vida aos mortos. Era sensível a toda a espécie de sofrimento humano, tanto do corpo como da alma. Ele assumiu sobre Si todo o sofrimento humano. Por isso, a nossa Salvação está em Cristo morto e ressuscitado.

P. Batalha