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CELEBRAÇÃO DO DIA DOS AVÓS EM FÁTIMA

” Avós e netos devem cultivar juntos a esperança no futuro”

A PALAVRA E O PÃOgen20009

Será que a palavra antecede, habitualmente, a colheita?

Pelo menos, o lavrador que tem fé, não deixa de pedir ao Senhor, um tempo propício e uma seara abundante. E pensará no proveito pessoal ou também no dos outros? Aquele homem de Baal-Salisa foi levar as primícias ao profeta Eliseu, por reconhecer que ele era um homem de Deus. Isto é, um homem que pensava nos outros e intercedia por eles. E, assim, os dois juntaram os sentimentos do coração à Palavra de Deus e o milagre da fé aconteceu. Não fizeram negócio: se nos concederes isto e aquilo, nós repartimos! Antes, acreditaram e agiram em conformidade com a Palavra de Deus, que dizia: “hão-de comer e há -de sobejar”!

O egoísmo, ao contrário, desvia os olhos dos famintos, e guarda o que produz, para não sentir escassez. E, assim, fica sem saborear o valor da solidariedade, julgando que Deus é todo dele ou é apenas do seu tamanho. Razão tem o nosso povo para dizer: “é melhor dar que receber”!

E Nossa Senhora levou os Pastorinhos por este caminho, ensinando-lhes a repartir a merenda com as crianças mais pobres e a compadecer-se dos pecadores, até ao sacrifício e à reparação. E, nós, que viemos fazer a Fátima? Pedir e agradecer pessoalmente e pelos nossos, ou escutar a Palavra de Deus, de mãos dadas com todos os peregrinos que enchem o recinto e se deixam conduzir pela fé?

Decerto, Nossa Senhora também nos interroga: “Estais dispostos a fazer o que Deus vos pedir”? Por outras palavras: acreditamos que o mundo se muda menos com as armas e mais com o coração? Então, façamos como Eliseu; e acompanhemos os Pastorinhos no encanto da oração e na prática da mensagem do cé.

O AMOR E A UNIDADEpao

Agora, oiçamos o Apóstolo Paulo, escrevendo aos cristãos de Éfeso, a partir da prisão de Roma. Sabe que vai a caminho do martírio.., mas, nele mesmo, pouco pensa; mostra-se, antes, solícito pela unidade da Igreja e recomenda a todos, que se empenhem generosamente e sem egoísmo. Com efeito, o Império é ciumento dos ídolos pagãos e, a coberto deles, defende os caprichos da moda. Se fosse hoje, valia-se dos meios de comunicação social para criar mentalidade e colocava o interesse e a ambição acima do bem comum, mesmo com risco de divisão e de mediocridade.

A unidade da Igreja é resultado da colaboração de todos. E não se trata duma opção facultativa; mas dum empenhamento real, que mereceu do Senhor a seguinte garantia: ‘para que todos acreditem”! Portanto, viver em união, tem sabor a ‘sacramento’; pois, o amor fraterno deposita a sua fé e a sua esperança no amor de Deus, tornado visível em Jesus Cristo. Então, nem os sacerdotes, nem os consagrados, nem os cristãos leigos em geral, hão-de sacrificar por nada a ‘unidade’. Pois, se o preço do amor é a cruz, o fruto mais saboroso é a comunhão dos santos, vista à luz da Ressurreição.

Simplesmente, hoje, há quem fomente a crítica e não tolere as contrariedades. Como se o caminho da felicidade, fosse feito de facilidade.., e a doença, o envelhecimento e a morte estivessem fora da vida. Daí, discursos inflamados à conta de nada, alianças quebradas, desistências gratuitas… e muito sofrimento sem resposta, por conta dum capricho sem sentido. Se Jesus tivesse vivido e ensinado assim, ainda hoje estávamos à espera da Redenção. Mas ele disse, em jeito de testamento: “como Eu fiz, fazei vós também”! E tornando a Cruz, tornou-se cireneu de todos os homens, para que nem os idosos, nem os doentes, nem as crianças fossem tidos a mais na sociedade ou indesejados no seio da família.

Ora, hoje, é dia de S. Joaquim e Santa Ana, avós do Menino Jesus. E a Igreja olha com afecto e gratidão, para eles e para todos os avós, mercê da missão que desempenham no seio da família e da sociedade. Assim, quando olhamos para as rugas dos mais idosos ou para os seus cabelos brancos, reconhecemo-los portadores duma vida de trabalho e dedicação, mais ou menos longa e frutuosa. E o progresso que agora é nosso, não foi construído por nós. Por isso, diante de todos eles, sentimo-nos devedores. E não fazemos nada de mais, se lhes dermos o lugar no autocarro ou lhes estendermos a mão, com um sorriso carinhoso.

Todavia, as ideologias do nosso tempo rejeitam atitudes gratuitas; e, em vez delas, sugerem ou impõem um sistema de ‘justiça’ que tudo pretende resolver com dinheiro. Daí, que muitos avós ou idosos se vejam privados da ternura dos netos e muitos netos sintam a falta do carinho dos avós. Quando, uns e outros, com idades diferentes e distantes, podem e devem cultivar juntos a esperança do futuro. Isto, porque todos foram (fomos) criados para a felicidade.., e a eternidade é isso mesmo, como garantia de fé.

PÃO E SACRAMENTOcorpus08

Digo como ‘garantia de fé’, e de ‘pão’ também; pois, a Eucaristia sugerida pela multiplicação dos pães, garante-nos o ‘alimento dos últimos tempos’. E dá pena ver, algumas vezes, urna preparação mal cuidada, diante dum milagre tão abundante e cheio de transcendência!

Jesus, na realidade, revela um conhecimento sobre-humano e apresenta-se diante dos discípulos como ‘Senhor’. Pois, quando pergunta a Filipe: “onde havemos de comprar pão para eles comerem”, sabe muito bem o que fazer e a confiança que deposita na resposta do Pai. Assim, depois de dar graças (elevando os olhos ao céu), reparte-o por todos. E dos cinco pães de cevada (para cinco mil homens, mais as mulheres e as crianças), sobraram doze cestos!

Este relato de João é uma espécie de parábola em acção, que destaca, sobretudo, a finalidade com que Jesus veio ao mundo: para ser alimento e comunicar vida!

De facto, no Evangelho segundo S. João, Jesus preocupa-se com o homem todo e com as suas necessidades mais profundas. E a multidão deixava-se atrair por Ele, em vista dos sinais e da cura dos doentes. Toda esta cena, entretanto, evoca a figura de Moisés que deu de comer ao povo, em pleno deserto. E a multidão concluiu que se tratava dum profeta semelhante e, por isso, pretende fazê-lo rei. Mas o ‘reino’ de Jesus é outro, – como dirá mais tarde a Pilatos.

Neste Evangelho, o papel dos discípulos aparece reduzido ao acomodar a gente e ao recolher das sobras. Enquanto nos outros, são eles que distribuem o pão e os peixes. Em todo o caso, Jesus aproveita a sua colaboração e a nossa, para repartir a caridade e socorrer quem precisa. E isto é função de toda a Igreja… mesmo quando a sociedade, orientada pelos governantes, pretenda chamar a si toda a responsabilidade. Pois, além dos impostos que são de todos, a acção caritativa da Igreja humaniza e ensina a saborear o ‘gratuito’, aprendido ao colo da mãe.

Para além destes reparos, o número de cinco mil, indica o universalismo na pessoa de Jesus. Com efeito, na Bíblia, os números são simbólicos; e quando falam, por exemplo, de cinco pães e dois peixes (igual a sete), manifestam em Jesus, a plenitude da graça de Deus. Igualmente, os doze cestos sobrantes, correspondem às doze tribos de Israel e aos doze Apóstolos, e hão-de chegar para todo o povo. E não acontecerá assim com a Eucaristia, repartida pela Igreja, através do mundo inteiro?

Em resumo: o evangelista pretende que os leitores vejam neste relato o sinal da salvação oferecido por Jesus aos homens. O que equivale à realização das promessas do passado, associadas ao mistério Pascal: libertação de todas as escravidões, incluindo a morte; e superação de tudo o que parece impossível aos olhos dos homens (hoje, facilmente fixados no dinheiro, no consumo e no prazer). Simplesmente, Jesus olha para outros valores: a fidelidade ao Pai e ao Seu projecto; o ajustamento ao caminho do Servo de Yavé; e o serviço gratuito ao homem, sem acepção de pessoas. Além disso, como enviado do Pai, não tinha pretensões políticas. Por isso, convivia com as autoridades de cariz religioso ou militar, reconhecendo as suas competências. Mesmo assim, não se livrou de ser acusado e condenado por ambas. E as primeiras comunidades cristãs foram igualmente acusadas a Roma, como pertencendo a um movimento político-revolucionário, que ameaçava o Império.

Não admira, pois, que a Europa de hoje, faça por esquecer as suas raízes cristãs; e que alguns dos nossos políticos pautem os critérios de governação, por maneiras de agir indiferentes à maioria cristã. Já assim foi noutras épocas e mormente na implantação da República. Mas, se agirem por convicção, não deixam de interpelar a nossa fé e de pôr à prova o nosso testemunho, que há-de ser dado com convicção e em respeito humano. Convém recordar, entretanto, o que acima ficou dito por S. Paulo: sempre na unidade e de mãos dadas na caridade. Ora, os Pastorinhos de Fátima, apesar de crianças, captaram bem esta mensagem.

Peçamos a Nossa Senhora que nos abençoe! E tendo presente a santidade e a missão de S. Joaquim e Santa Ana, que abençoe carinhosamente todos os ‘avós’.

Fátima 26 de Julho de 2009 – EUCARISTIA INTERNACIONAL (11:00)
Homilia de D. Augusto César, Bispo emérito de Portalegre – Castelo Branco

Domingo comum XVII

A palavra e o pão

Será que a palavra antecede, habitualmente, a colheita? Pelo menos, o lavrador que tem fé, não deixa de pedir ao Senhor, um tempo propicio e uma seara abundante. E pensará no proveito pessoal ou também no dos outros?
Aquele homem de Baal-Salisa foi levar as primícias ao profeta Eliseu, por reconhecer que ele era um homem de Deus. Isto é, um homem que pensava nos outros e intercedia por eles. E, assim, os dois juntaram os sentimentos do coração à Palavra de Deus e o milagre da fé aconteceu. Não fizeram negócio: se nos concederes isto e aqui/o, nós repartimos! Antes, acreditaram e agiram em conformidade com a Palavra de Deus, que dizia: “hão-de comer e há -de sobejar”!
O egoísmo, ao contrário, desvia os olhos dos famintos, e guarda o que produz, para não sentir escassez. E, assim, fica sem saborear o valor da solidariedade, julgando que Deus é todo dele ou é apenas do seu tamanho. Razão tem o nosso povo para dizer:
“é melhor dar que receber”! E Nossa Senhora levou os Pastorinhos por este caminho, ensinando-lhes a repartir a merenda com as crianças mais pobres e a compadecer-se dos pecadores, até ao sacrifício e à reparação. E, nós, que viemos fazer a Fátima? Pedir e agradecer pessoalmente e pelos nossos, ou escutar a Palavra de Deus, de mãos dadas com todos os peregrinos que enchem o recinto e se deixam conduzir pela fé? Decerto, Nossa Senhora também nos interroga: “Estais dispostos afazer o que Deus vos pedir”? Por outras palavras: acreditamos que o mundo se muda menos com as armas e mais com o coração? Então, façamos como Eliseu; e acompanhemos os Pastorinhos no encanto da oração e na prática da mensagem do céu.

O amor e a unidade

Agora, oiçamos o Apóstolo Paulo, escrevendo aos cristãos de Éfeso, a partir da prisão de Roma. Sabe que vai a caminho do martírio.., mas, nele mesmo, pouco pensa; mostra-se, antes, solícito pela unidade da Igreja e recomenda a todos, que se empenhem generosamente e sem egoísmo. Com efeito, o Império é ciumento dos ídolos pagãos e, a coberto deles, defende os caprichos da moda. Se fosse hoje, valia-se dos meios de comunicação social para criar mentalidade, e colocava o interesse e a ambição acima do bem comum, mesmo com risco de divisão e de mediocridade.
A unidade da Igreja é resultado da colaboração de todos. E não se trata duma opção facultativa; mas dum empenhamento real, que mereceu do Senhor a seguinte garantia: ‘para que todos acreditem”! Portanto, viver em união, tem sabor a ‘sacramento’; pois, o amor fraterno deposita a sua fé e a sua esperança no amor de Deus, tomado visível em Jesus Cristo. Então, nem os sacerdotes nem os consagrados nem os cristãos leigos em geral, hão-de sacrificar por nada a ‘unidade’. Pois, se o preço do amor é a cruz, o fruto mais saboroso é a comunhão dos santos, vista à luz da ressurreição. Simplesmente, hoje, há quem fomente a crítica e não tolere as contrariedades. Como se o caminho da felicidade, fosse feito de facilidade.., e a doença, o envelhecimento e a morte estivessem fora da vida. Daí, discursos inflamados à conta de nada, alianças quebradas, desistências gratuitas… e muito sofrimento sem resposta, por conta dum capricho sem sentido. Se Jesus tivesse vivido e ensinado assim, ainda hoje estávamos à espera da Redenção. Mas ele disse, em jeito de testamento: “como Eu fiz, fazei vós também”! E tornando a Cruz, tornou-se cireneu de todos os homens, para que nem os idosos, nem os doentes, nem as crianças fossem tidos a mais na sociedade

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ou indesejados no seio da família. Ora, hoje, é dia de S. Joaquim e Santa Ana, avós do Menino Jesus. E a Igreja olha com afecto e gratidão, para eles e para todos os avós, mercê da missão que desempenham no seio da família e da sociedade. Assim, quando olhamos para as rugas dos mais idosos ou para os seus cabelos brancos, reconhecemo-los portadores duma vida de trabalho e dedicação, mais ou menos longa e frutuosa. E o progresso que agora é nosso, não foi construído por nós. Por isso, diante de todos eles, sentimo-nos devedores. E não fazemos nada de mais, se lhes dermos o lugar no autocarro ou lhes estendermos a mão, com um sorriso carinhoso. Todavia, as ideologias do nosso tempo rejeitam atitudes gratuitas; e, em vez delas, sugerem ou impõem um sistema de ‘justiça’ que tudo pretende resolver com dinheiro. Daí, que muitos avós ou idosos se vejam privados da ternura dos netos e muitos netos sintam a falta do carinho dos avós. Quando, uns e outros, com idades diferentes e distantes, podem e devem cultivar juntos a esperança do futuro. Isto, porque todos foram (fomos) criados para a felicidade.., e a eternidade é isso mesmo, como garantia de fé.

Pão e Sacramento

Digo como ‘garantia de fé’, e de ‘pão’ também; pois, a Eucaristia sugerida pela multiplicação dos pães, garante-nos o ‘alimento dos últimos tempos’. E dá pena ver, algumas vezes, urna preparação mal cuidada, diante dum milagre tão abundante e cheio de transcendência!
Jesus, na realidade, revela um conhecimento sobre-humano e apresenta-se diante dos discípulos como ‘Senhor’. Pois, quando pergunta a Filipe: “onde havemos de comprar pão para eles comerem”(?), sabe muito bem o que fazer e a confiança que deposita na resposta do Pai. Assim, depois de dar graças (elevando os olhos ao céu), reparte-o por todos. E dos cinco pães de cevada (para cinco mil homens, mais as mulheres e as crianças), sobraram doze cestos!
Este relato de João é uma espécie de parábola em acção, que destaca, sobretudo, a finalidade com que Jesus veio ao mundo: para ser alimento e comunicar vida!
De facto, no Evangelho segundo S. João, Jesus preocupa-se com o homem todo e com as suas necessidades mais profundas. E a multidão deixava-se atrair por Ele, em vista dos sinais e da cura dos doentes. Toda esta cena, entretanto, evoca a figura de Moisés que deu de comer ao povo, em pleno deserto. E a multidão concluiu que se tratava dum profeta semelhante e, por isso, pretende fazê-lo rei. Mas o ‘reino’ de Jesus é outro, – como dirá mais tarde a Pilatos.
Neste Evangelho, o papel dos discípulos aparece reduzido ao acomodar a gente e ao recolher das sobras. Enquanto nos outros, são eles que distribuem o pão e os peixes. Em todo o caso, Jesus aproveita a sua colaboração e a nossa, para repartir a caridade e socorrer quem precisa. E isto é função de toda a Igreja… mesmo quando a sociedade, orientada pelos governantes, pretenda chamar a si toda a responsabilidade. Pois, além dos impostos que são de todos, a acção caritativa da Igreja humaniza e ensina a saborear o ‘gratuito’, aprendido ao colo da mãe.
Para além destes reparos, o número de cinco mil, indica o universalismo na pessoa de Jesus. Com efeito, na Bíblia, os números são simbólicos; e quando falam, por exemplo, de cinco pães e dois peixes (igual a sete), manifestam em Jesus, a plenitude da graça de Deus. Igualmente, os doze cestos sobrantes, correspondem às doze tribos de Israel e aos doze Apóstolos, e hão-de chegar para todo o povo. E não acontecerá assim com a Eucaristia, repartida pela Igreja, através do mundo inteiro?

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Em resumo: o evangelista pretende que os leitores vejam neste relato o sinal da salvação oferecido por Jesus aos homens. O que equivale à realização das promessas do passado, associadas ao mistério Pascal: libertação de todas as escravidões, incluindo a morte; e superação de tudo o que parece impossível aos olhos dos homens (hoje, facilmente fixados no dinheiro, no consumo e no prazer). Simplesmente, Jesus olha para outros valores: a fidelidade ao Pai e ao Seu projecto; o ajustamento ao caminho do Servo de Yavé; e o serviço gratuito ao homem, sem acepção de pessoas. Além disso, como enviado do Pai, não tinha pretensões políticas. Por isso, convivia com as autoridades de cariz religioso ou militar, reconhecendo as suas competências. Mesmo assim, não se livrou de ser acusado e condenado por ambas. E as primeiras comunidades cristãs foram igualmente acusadas a Roma, corno pertencendo a um movimento político-revolucionário, que ameaçava o Império.
Não admira, pois, que a Europa de hoje, faça por esquecer as suas raízes cristãs; e que alguns dos nossos políticos pautem os critérios de governação, por maneiras de agir indiferentes à maioria cristã. Já assim foi noutras épocas e mormente na implantação da República. Mas, se agirem por convicção, não deixam de interpelar a nossa fé e de pôr à prova o nosso testemunho, que há-de ser dado com convicção e sem respeito humano. Convém recordar, entretanto, o que acima ficou dito por 5. Paulo:
sempre na unidade e de mãos dadas na caridade. Ora, os Pastorinhos de Fátima, apesar de crianças, captaram bem esta mensagem.
Peçamos a Nossa Senhora que nos abençoe! E tendo presente a santidade e a missão de S. Joaquim e Santa Ana, que abençoe carinhosamente todos os ‘avós’.

Fátima 26 de Julho de 2009

+ Augusto César

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