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Archive for Junho, 2009

SEMANA CULTURAL PAULINA EM PORTIMÃO

P6290015No dia de encerramento oficial do Ano Paulino, as 3 paróquias de Portimão, no Algarve, iniciam uma semana bíblica sobre “Paulo de Tarso – cidadão do mundo, nosso contemporâneo. O Bispo do Algarve que esteve presente manifestou que esta semana é um sinal profético de que S. Paulo não cabe num ano e que ele é para todos os anos, tanto mais que o vamos escutando na Liturgia, através das suas cartas.

Esta semana de cultura bíblica é também um gesto ecuménico, pois é da responsabilidade das Paróquias de Portimão em parceria com a Sociedade Bíblica. A abrir esta actividade falaram: o Pároco, Pe. José Pedro, e o Dr. Timóteo Cavaco. Na sessão de abertura foram oradores o Dr. José Carlos Carvalho (Prof. da UCP do Porto) e a Dra Julieta Dias (Irmã da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria). Depois duma projecção bíblica em Power Point sobre a conversão de S. Paulo falou o Dr José Carlos sobre a “Agenda do Apóstolo da Palavra”, sublinhando a conjugação da unidade e da diversidade. A Irmã Júlia abordou a questão da igualdade, a partir da Carta aos Gálatas, e destacando a questão da mulher.

A semana prossegue com diversas actividades, tais como: a Lectio Divina em dois dias; depois para “conhecer o homem, Paulo de Tarso”; será também uma sessão itinerante a começar na Biblioteca Municipal sobre “Debate no Areópago” e depois, no Centro Paroquial de N.ª Senhora do Amparo, um jantar partilhado com uma “Conversa” estruturada sobre as semelhanças e as diferenças de “Atenas do séc. I e a Europa de hoje”, terminando o serão com “Vigília no Templo”, na Igreja da mesma Paróquia; o sábado, no Jardim da Alameda, é dedicado às crianças da Catequese “A grande corrida da vida”, com convívio e jogos. No domingo, dia 5, termina no mesmo local onde começou, na Igreja do Colégio, com Leitura Expressiva da Literatura Paulina “…o mais importante é o amor”.

P. Batalha

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A FONTE

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Celebramos, hoje, nas nossas Paróquias, a Festa ao Coração de Jesus. A Celebração da Solenidade ao Sagrado Coração de Jesus é uma exortação a tomarmos todos consciência de que é do Coração de Jesus, o Filho de Deus, morto na cruz, que surge a Fonte da Vida que dá Esperança a cada homem. Do Coração de Cristo nasce a nova humanidade, redimida do pecado. Todos nós temos necessidade do Coração de Cristo para conhecer a Deus e nos conhecermos a nós próprios; temos necessidade d’Ele para construir a civilização do amor.

Por isso, devemos sempre recorrer a Quem é o Caminho, a Verdade e a Vida. Se nos desviámos, devemos regressar ao Caminho; se deixámos as nossas mentes obscurecer-se , devemos procurar a Luz da Verdade; se a morte nos domina, devemos fazer com que a Vida triunfe.

Nós vimos de aprender de S. Paulo: “Vós sois o corpo de Cristo e cada um, pela sua parte, é um membro.”. Assim sendo, podemos dizer que o Coração de Jesus também é meu. O lado aberto de Jesus dá-nos a conhecer o Seu Coração. Por isso, vamos ao encontro do Seu Coração. Um Coração profundo, escondido, um Coração que pensa em tudo, que ama; entremos por esta porta e deixemo-nos conduzir pelo Seu Coração. É o Coração que dá a Vida a todos os membros deste grande corpo que é a Igreja. Só Ele nos pode unir a todos e também só Ele nos une a Deus. Quando nos afastamos d’Ele, separamo-nos uns dos outros e perdemos, juntamente com a vida de que Ele é a nascente, o verdadeiro sentido da fraternidade humana.

Na Bíblia, o coração é o centro de onde partem todas as decisões, todas as orientações; é precisamente por isso que podemos dizer que o coração é a pessoa e a pessoa é como o seu coração. É evidente que o grande desafio de um cristão é ter um coração sintonizado com o Coração de Cristo, de modo que se possa ver que, no coração do cristão, vibra, palpita o Coração de Deus.  A Eucaristia é a Chave do Coração de Jesus, onde os corações dos crentes, reunidos fraternalmente na alegria, escutam a Palavra de Deus, aprendem a realizar com Cristo a oferta de si mesmos e de toda a sua vida; onde se alimentam, no convite pascal, do Corpo e do Sangue do Redentor;  e, partilhando plenamente o amor que pulsa no seu coração, se esforçam por ser sempre mais evangelizadores e testemunhas de solidariedade e de esperança. – Senhor Jesus, acreditamos e confiamos no Amor que o Pai nos tem; acolhemos o vosso convite: “Vinde a Mim todos vós e aprendei de Mim!…” O vosso Coração, humano e divino, revela o mistério da bondade doPai, convida à conversão e dá-nos a paz e a esperança. Do vosso Coração, trespassado na Cruz, nasceram a Igreja e os Sacramentos. Queremos beber com alegria desta Fonte da Salvação. Vemos em Vós o modelo do homem novo, recriado segundo Deus, em justiça e santidade, o homem de coração novo, a mais perfeita imagem de Deus invisível. No Mistério do Coração, contemplamos o Vosso segredo íntimo e não podemos ficar indiferentes, diante da vossa solicitude pelos famintos, doentes e pecadores. Por amor dos homens obedecestes ao Pai. Rezastes e morrestes pela união dos homens com o Pai e dos homens entre si. O vosso Caminho também o nosso caminho. Fazei o nosso coração semelhante ao Vosso. Ámen!

P. Batalha

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AI DE MIM, SE NÃO EVANGELIZAR

Junho 27, 2009 2 comentários

Pintura de Pe. João Marcos

Pintura de Pe. João Marcos

Segundo palavras de Bento XVI, «para S. Paulo, Cristo é o critério de avaliação dos eventos e das coisas, o fim de todo esforço que ele realiza para anunciar o Evangelho, a grande paixão que sustenta seus passos pelos caminhos do mundo».

E para nós, hoje? Cristo continua a ser o critério de avaliação das acções que levamos a efeito nas nossas paróquias?

Com efeito, no final de um ano jubilar, o Ano Paulino, e no início de outro, o Ano Sacerdotal, compete-nos avaliar o que terminou com vista a seguir Jesus neste que agora começa.

«Evangelizar não é para mim um título de glória, mas uma necessidade que se me impõe. Ai de mim se não evangelizar!» (1 Cor 9,16).

Durante este ano, S. Paulo deu-nos a mensagem e o exemplo para vivermos a comunhão, na participação e na corresponsabilidade em Igreja, estimulando-nos a concretizar o nosso tema do Ano Pastoral deste ano: “Paróquia Missionária: VINDE E VEDE”.
Procurámos ajudar a crescer esta dinâmica de missão, através de:

  • Encontros de formação cristã para todos e particularmente para quem assume tarefas pastorais nas paróquias de Ribamar e Santa Bárbara, através da Escola Paroquial;
  • Encontros de catequese particularmente dedicados ao maior conhecimento de S. Paulo, sua missão e actualidade;
  • Promoção de hábitos de leitura e estudo da Bíblia através do Projecto “COM A PALAVRA CONSIGO A VIDA” com as iniciativas: “Cantinho da Bíblia” nos grupos de catequese e nas famílias; a Bíblia Peregrina de casa em casa; os “Marcadores da Palavra” a serem distribuídos no final das eucaristias dominciais;
  • Constituição de grupos de acção social com vista a criar condições favoráveis ao sucesso do projecto diocesano “Igreja Solidária”;
  • Campanhas do Advento/Natal e da Quaresma/Páscoa;
  • Etc.

Tudo isso foi bom. Mas há perguntas que teremos de fazer tendo em vista a continuidade da dinâmica missionária paroquial, agora enquadrada pelo Ano Jubilar Sacerdotal.

O que aprendemos de S. Paulo, este ano?

Ficámos, por exemplo, a conhecer melhor os seus métodos de evangelização num mundo que não era cristão? É que nós hoje, vivemos num mundo que precisa de uma “Nova Evangelização”, isto é, de modo diferente, linguagem diferente e metodologias diferentes. O mundo actual precisa de se centrar em valores de justiça e de fraternidade. Precisamos de abandonar os novos ídolos: o dinheiro real ou virtual, a ganância de ter cada vez mais a qualquer preço, a ambição do poder que pouco tem a ver com o bem comum; o egoísmo que nos alimenta esta imoral falta de solidariedade; o individualismo que nos fecha numa recusa angustiante de cidadania; o prazer fácil que foi industrializado e que não obedece a regras, mesmo quando elas existem; a sensação de que sou livre para fazer tudo o que me apetece; a impunidade que acompanha a corrupção bem preparada ou a economia paralela; a irresponsabilidade que reduz drasticamente os culpados ou os lincha na praça pública; o desejo de super-rentabilizar os rendimentos mesmo que isso ajude a criar situações bancárias pouco transparentes.

Que alterações introduzimos no nosso comportamento de cristãos, a nível individual, e das nossas comunidades? S. Paulo fundou muitas comunidades cristãs e foram elas que fizeram crescer e o cristianismo. Hoje, a tarefa é de fundar pequenos grupos, pequenas comunidades, onde a fé se pode desenvolver num clima de amor, amizade e confiança.

S. Paulo ensina-nos que todos são precisos: padres, religiosos, leigas e leigos. Tal como S. Paulo se rodeou de colaboradores para imprimir dinâmica de crescimento da fé em Cristo Ressuscitado, hoje também a dinâmica missionária das Paróquias precisa de se basear numa perspectiva de corresponsalidade através da organização ministerial paroquial onde cada um assuma o seu papel na construção da “Civilização do Amor”, seja padre ou religioso, seja leigo ou leiga, seja criança ou adulto, …
Como Paulo, é preciso assumir os desafios do nosso tempo. E ser do nosso tempo é falar e testemunhar um Deus que ama a justiça, é combater as injustiças, é ser voz dos famintos. É que o nosso Deus é AMOR e quer que nos amemos uns aos outros e que “todos sejamos um” (Jo 17,11);é um Deus que tem uma especial predilecção pelos mais carenciados de tal modo que se identifica com eles (Mt 25) e faz dos pobres um lugar privilegiado da sua revelação histórica; é um Deus que só podemos amar se amarmos os outros.

E as questões são muitas: continuamos apenas na pastoral sacramental, ou viramo-nos para fora, para os problemas e dificuldades das pessoas e das organizações? Centramos a vida pastoral no Padre e esquecemo-nos da corresponsabilidade laical? Os leigos centram a sua acção apenas no interior da Igreja ou dão o seu testemunho cristão nos meios onde trabalham, estudam e vivem?

Se este ano não nos deixou algumas destas preocupações e mudanças, não passou de um lindo fogo de artifício. Bonito, mas que rapidamente será esquecido. E o pior é que a História continua: não fica à nossa espera.

Aproveitemos agora o Ano Jubilar Sacerdotal para consolidar estas aprendizagens e para aprofundar a IGREJA VIVA que Jesus quer que sejamos e que também nós queremos ser.

Como S. Paulo nos ensinou, neste Ano Jubilar Sacerdotal o nosso programa é Cristo, o Bom Pastor.

annus_logoESTRELA POLAR

Esta sede de Te encontrar em mim
De correr p’ra Ti, de estar junto de Ti
Guias pelos vales o decurso do meu rio
Única razão és Tu. Único sustento Tu
A minha vida existe porque existes Tu.

Refrão
Tudo gira à Tua volta, em função de Ti,
Não importa quando, onde e o porquê.
(x2)

Gira o firmamento sem nunca ter paz
Mas existe um ponto a brilhar p’ra mim
A estrela polar que guia os meus passos.
A estrela polar és Tu. A estrela segura Tu
A minha vida existe porque existes Tu.

Refrão
Brilha a Tua luz no centro do meu ser,
Dás sentido à vida que em mim nasceu,
Tudo o que farei será somente amor.
Única razão és Tu. A estrela polar Tu
A minha vida existe porque existes Tu.

«Evangelizar não é para mim um título de glória, mas uma necessidade que se me impõe. Ai de mim se não evangelizar!» (1 Cor 9,16).

SANTUÁRIO DE FÁTIMA ONLINE E EM DIRECTO

Fatima TV

Santuário de Nossa Senhora de Fátima, Capelinha das Aparições. Clique [AQUI] ou na imagem e assista ao vivo e em directo a todas as celebrações que aí se realizam.

Através deste Canal de TV online, todos poderão estar mais próximos, ainda que virtualmente», do «coração do santuário», a Capelinha das Aparições.

O pedestal, onde se encontra a imagem de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, marca o sítio exacto onde estava a pequena azinheira (desaparecida), de um metro e pouco de altura, sobre a qual Nossa Senhora apareceu aos pastorinhos em 13 de Maio, Junho, Julho, Setembro e Outubro de 1917.

Mesmo que não haja nenhuma celebração, o canal transmite 24 horas por dia, sempre em directo, e poderá rezar as suas orações na companhia de Nossa Senhora de Fátima.

HORÁRIOS DAS CELEBRAÇÕES:

  • 08:00 – Missa em italiano (de 2ª feira a sábado)
  • 10:00 – ROSÁRIO (Sábados e Domingos)
  • 12:00 – ROSÁRIO (De 2ª a 6ª feira)
  • 12:30 – MISSA (De 2ª a sábado)
  • 14:00 – HORA DE REPARAÇÃO AO IMACULADO CORAÇÃO  DE  MARIA.
  • 15:30 – MISSA, em Inglês (De 2ª a 6ª feira)
  • 16:00 – ROSÁRIO (Domingos)
  • 17:00 – SAUDAÇÃO a Nossa Senhora (Sábados)
  • 18:30 – ROSÁRIO (Todos os dias da semana)
  • 21:30 – ROSÁRIO (todos os dias da semana)

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CREIO, SENHOR!

Junho 25, 2009 2 comentários

talitakumi1

CREIO, SENHOR! AJUDA A MINHA POUCA FÉ (Mc 9,24)

Deus ama a vida! Ele quer apenas a vida! “Deus criou o homem para ser incorruptível” (primeira leitura). Pelo seu Filho, salva-nos da morte: eis porque Lhe damos graças em cada Eucaristia. Na sua vida terrena, Jesus sempre defendeu a vida.

O Evangelho do próximo Domingo, dia 28 de Junho, relata-nos dois episódios que assinalam a defesa da vida: Ele cura, Ele levanta. Ele torna livres todas as pessoas, dá-lhes toda a dignidade e capacidade para viver plenamente. Sabemos dizer-Lhe que Ele é a nossa alegria de viver?

Estamos em tempo de Verão, início de férias… É uma ocasião propícia para celebrar a festa da vida! O 13º Domingo celebra a vida mais forte que a morte, celebra Deus apaixonado pela vida. Convém, pois, que na celebração deste dia a vida expluda em todas as suas formas: na beleza das flores, nos gestos e atitudes, na proclamação da Palavra, nos cânticos e aclamações, na luz. No cântico do salmo e na profissão de fé, será bom recordar que é o Deus da vida que nós confessamos, as suas maravilhas que nós proclamamos.

Durante toda a missa, rezando, mantenhamos a convicção expressa pelo Livro da Sabedoria: “Deus não Se alegra com a perdição dos vivos”.

S_Pedro_S_PauloNa segunda-feira, dia 29 de Junho a Igreja celebra os apóstolos S. Pedro e S. Paulo e o encceramento do Ano Paulino. Por isso, a liturgia deste dia convida-nos a reflectir sobre estas duas figuras e a considerar o seu exemplo de fidelidade a Jesus Cristo e de testemunho do projecto libertador de Deus.

O Evangelho convida os discípulos a aderirem a Jesus e a acolherem-n’O como “o Messias, Filho de Deus”. Dessa adesão, nasce a Igreja – a comunidade dos discípulos de Jesus, convocada e organizada à volta de Pedro e de Paulo. A missão da Igreja é dar testemunho da proposta de salvação que Jesus veio trazer. À Igreja e a Pedro é confiado o poder das chaves – isto é, de interpretar as palavras de Jesus, de adaptar os ensinamentos de Jesus aos desafios do mundo e de acolher na comunidade todos aqueles que aderem à proposta de salvação que Jesus oferece.

A primeira leitura mostra como Deus cauciona o testemunho dos discípulos e como cuida deles quando o mundo os rejeita. Na acção de Deus em favor de Pedro – o apóstolo que é protagonista, na história que este texto dos Actos hoje nos apresenta – Lucas mostra a solicitude de Deus pela sua Igreja e pelos discípulos que testemunham no mundo a Boa Nova da salvação.

A segunda leitura apresenta-se como o “testamento” de Paulo. Numa espécie de “balanço final” da vida do apóstolo, o autor deste texto recorda a resposta generosa de Paulo ao chamamento que Jesus lhe fez e o seu compromisso total com o Evangelho. É um texto comovente e questionante, que convida os crentes de todas as épocas e lugares a percorrer o caminho cristão com entusiasmo, com entrega, com ânimo – a exemplo de Paulo.

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Nota: Informação recolhida em Evangelho Quotidiano, Dehonianos, Paulinas, Benedictines de Catalunya, h2onewspt, Living Space, Lugar Sagrado e Hermanoleón Clipart.

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AS MÃOS DE JESUS

Junho 24, 2009 1 comentário

maos-de-jesusTenhamos presente agora as mãos de Jesus.

Mãos capazes de transmitir confiança, de expressar afecto, de oferecer segurança, de dar amor…

Mãos abertas para acariciar e abençoar as crianças, mãos estendidas para socorrer os que são lançados à beira do caminho incapazes de seguir a sua caminhada, mãos sanadoras para curar os corpos dilacerados e os espíritos maltratados, mãos trabalhadoras que lançam as redes ou moldam a pedra, mãos que marcam o caminho e estimulam a seguir adiante, mãos que levam à plenitude.

Pedimos-Te que nos estendas a tua mão para que o teu toque nos revitalize, o teu beijo nos vivifique e o teu abraço consiga que sejamos conscientes da tua proximidade.

Acompanhados por Ti também seremos capazes de nos tornarmos próximos dos nossos irmãos e irmãs. Ajuda-nos a estender as nossas mãos a quem precisa delas. Contamos com o teu apoio.

Ajuda-nos a não perder a fé e a sentir o contacto das tuas mãos nas nossas. AMÉN

Texto [daqui] e imagem [daqui]

SALVEMOS O DOMINGO

2006_parlamento-europeu_detalheHá uma iniciativa no Parlamento Europeu a fim de proteger o domingo como um dia de descanso semanal na legislação dos Estados-membros da União Europeia. O Cardeal de Barcelona considera que esta moção deve ter o maior apoio possível. O arcebispo Luís Martínez Sistach afirmou que “a perda do domingo como um dia de descanso e a ampliação dos horários comerciais e dos feriados em que o comércio pode abrir comportaria o aumento das pessoas que deverão dedicar aquelas horas e aqueles dias ao trabalho”. Se o domingo deixa de ser um dia de descanso, diminui a dedicação de muitas pessoas à sua família.

Os membros da família precisam de tempo suficiente para conviver e crescer no amor e na ajuda mútua, afirmou o Cardeal Martínez Sistach, que define o domingo como “um importante dia de descanso, de alegria e de solidariedade”.

ANO PAULINO – testemunhos

AVALIAR O ANO PAULINO

Pintura de Pe. João MarcosEstá a terminar o Ano Paulino.

S. Paulo foi e é um grande desafio à Igreja e a todos os homens e mulheres do nosso tempo. Com ele muita coisa se fez, mas neste momento devemos avaliar, perguntando:

  1. Que aprendemos neste Ano de S. Paulo?
  2. Que métodos de evangelização ele utilizou num mundo não cristão?
  3. Que modos, que linguagem, que métodos usar, perante os ídolos que, hoje, se adoram? (o dinheiro, a ganância de ter sempre mais a qualquer preço; a ambição do poder para favorecer interesses egoístas; o individualismo que nos fecha à cidadania; o prazer fácil industrializado que não obedece a regras; o sentimento de que sou livre para fazer o que me apetece; a impunidade na corrupção ou economia paralela; a irresponsabilidade; …)
  4. Houve alterações no nosso comportamento cristão?
  5. S. Paulo criou muitas Comunidades cristãs; e nós criámos pequenos grupos ou comunidades, onde a Fé se pode desenvolver em clima de amizade e confiança?
  6. Como impulsionar e testemunhar os valores do Reino, com a preocupação em celebrar em conjunto a mesma que salva, a mesma Esperança que nos dá força nos difíceis caminhos de crer e a mesma Caridade que é o sinal distintivo dos discípulos de Cristo, todos unidos pela Eucaristia, o centro e o motor de toda a acção eclesial?
  7. Temos aprendido a ler “os sinais do nosso tempo”, à luz do Evangelho, para responder às eternas questões que os homens e as mulheres sempre colocam, embora de maneira diferente, em cada época?

Estas e porventura mais outras questões devemos reflectir uns com os outros.

Recebemos um comentário sobre o Ano Paulino que agora termina. Achámo-lo bastante interessante e, ao mesmo tempo, interpelador. Por isso, aqui fica o desafio: enviem-nos comentários sobre o que este Ano Paulino representou para as vossas vidas (pessoais, familiares e comunitárias). E, se assim o entenderem, indiquem a vossa terra e país.

Aqui vão sendo colocadas as avaliações que cada um, cada grupo ou comunidade for fazendo e enviando. Obrigado. Paz e Bem para todos!

P6210009S. Paulo dizendo que nenhum membro do corpo pode dizer a outro que não precisa dele, quis advertir-nos de que a comunidade, à semelhança do corpo humano, é composta por muitos membros, cada um dos quais com a sua função. Cada membro deve ocupar o seu lugar e desempenhar bem a sua função em beneficio de todo o conjunto. Cada um desempenha o seu serviço para o bem dos irmãos. Quando prevalecem a competição e as invejas, todo o corpo da comunidade sofre com isso e pode acabar por morrer. Por isso o Espírito do Senhor está sobre nós para fazer de nós um povo unido na mesma Fé e no mesmo Amor. É a Palavra de Deus que ilumina e enriquece a pluralidade dos organismos e funções dentro da Igreja. Os nossos dons: bondade, palavra de sabedoria, conselho no discernimento, compreensão na tolerância, inteligência na criatividade.. estão ao serviço de toda a comunidade. Não haverá ainda pessoas que pensam que os seus dons e serviços lhes conferem o direito de se sentirem mais importantes do que os outros?  “Vós sois o Corpo de Cristo”.
Comunidade de Praia de Porto Dinheiro, Paróquia de Ribamar, Lourinhã (Portugal)
cristo_redentor___brasil_1«Estamos às vésperas do Encerramento do Ano Paulino!
A vida de São Paulo é uma constante oportunidade para uma conversão, e confesso que tenho a alegria de estar experimentando!
É preciso que fique bem gravado no coração de cada discipulado: «PERMANECE FIRME NAQUILO QUE APRENDESTE»
Sou feliz pela Igreja de Cristo da qual faço parte!
Quero nestes últimos dias dedicados ao Apóstolo São Paulo, ficar na escuta…
Minha grande motivação para esta vida terrena:
“Tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus”
Também aprendi: “Por tudo dai graças!”
Marilda da Silveira Dias (Brasil)

FESTA JUBILAR DE S. PAULO

P6210020Nas nossas paróquias, o encerramento do ano Paulino foi hoje. No próximo Domingo, dia 28 de Junho será em Lisboa com ordenações (1).

Foi com grande alegria cristã que estivemos nesta Festa Jubilar de S. Paulo: cristãos de Ribamar e de Marquiteira, do Porto Dinheiro e da Ventosa, de Casais de Santa Bárbara e de Fonte de Lima, de Pregança e de todos os outros Casais; também os grupos de catequese, grupos de oração, de apostolado e de acção social; e também outros cristãos que se quiseram associar a esta nossa festa em honra do grande Apóstolo e Missionário do testemunho, do serviço e do martírio – nosso amigo e companheiro – S. Paulo.

Hoje foi Festa porque hoje S. Paulo esteve presente, porque ele é evangelho vivo, ou seja, palavra de Deus, mensagem de Salvação para nós, hoje!

Durante um ano inteiro ele foi o nosso grande catequista. Com ele crescemos, com ele aprendemos e com ele queremos “permanecer na fé”.

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(1) O Encerramento do Ano Paulino no Patriarcado de Lisboa realiza-se no próximo dia 28 de Junho, com um duplo programa:

a) Balanço do Ano Paulino e Apresentação do Programa de Pastoral 2009/2010 e do triénio em que este se insere, no Mosteiro de S. Vicente de Fora, entre as 10 e as 13 horas. Para esta manhã, as comunidades paroquiais e outras comunidades eclesiais da diocese estão convidadas a enviar até três representantes, de preferência membros dos Conselhos Pastorais Paroquiais ou organismos afins, existentes nas Paróquias e comunidades eclesiais. O Cardeal Patriarca fará uma comunicação aos presentes.

b) Ordenações de presbíteros e de diáconos, às 16 horas, no Largo fronteiriço à igreja de S. Paulo, em Lisboa.Preside D. José da Cruz Policarpo.

S. PAULO E Stº CURA D’ARS: uma Igreja dinâmica

logo_gEstá a terminar o Ano Paulino e S. Paulo foi e é um grande desafio à Igreja e a todos os homens e mulheres do nosso tempo.

Com ele muita coisa se fez, mas neste momento devemos avaliar, perguntando:

  1. Que aprendemos neste Ano de S. Paulo?
  2. Que métodos de evangelização ele utilizou num mundo não cristão?
  3. Que modos, que linguagem, que métodos usar, perante os ídolos que, hoje, se adoram? (o dinheiro, a ganância de ter sempre mais a qualquer preço; a ambição do poder para favorecer interesses egoístas; o individualismo que nos fecha à cidadania; o prazer fácil industrializado que não obedece a regras; o sentimento de que sou livre para fazer o que me apetece; a impunidade na corrupção ou economia paralela; a irresponsabilidade; …)
  4. Houve alterações no nosso comportamento cristão?
  5. S. Paulo criou muitas Comunidades cristãs; e nós criámos pequenos grupos ou comunidades, onde a Fé se pode desenvolver em clima de amizade e confiança?
  6. Como impulsionar e testemunhar os valores do Reino, com a preocupação em celebrar em conjunto a mesma que salva, a mesma Esperança que nos dá força nos difíceis caminhos de crer e a mesma Caridade que é o sinal distintivo dos discípulos de Cristo, todos unidos pela Eucaristia, o centro e o motor de toda a acção eclesial?
  7. Temos aprendido a ler “os sinais do nosso tempo”, à luz do Evangelho, para responder às eternas questões que os homens e as mulheres sempre colocam, embora de maneira diferente, em cada época?

Estas e porventura mais outras questões devemos reflectir uns com os outros.

Celebrado este Jubileu dos 2.000 anos de S. Paulo, começamos outro Jubileu dos 180 anos de Santo Cura d’Ars. Dois apóstolos de Jesus Cristo. Estilos completamente diferentes.

Para perceber a diferença, reparemos na simplicidade deste Prior de Ars. Disse-lhe o seu Vigário Geral, por ocasião da sua nomeação:

É uma Paróquia pequena, onde não há muito amor a Deus. Deverá levá-lo para lá.»

O Santo Cura de Ars nunca saiu ao adro da Igreja para chamar as pessoas, nem correu pelas ruas para agitar a indiferença dos paroquianos e nunca os reprovou. De joelhos diante do sacrário e da imagem da Virgem Maria, permanecia longos tempos em oração, comendo apenas o necessário para viver, dormindo poucas horas durante a noite. Ainda que distraídos, os paroquianos começaram a ajudar. Vendo o Pároco ajoelhado, ajoelhavam-se também, e rezavam com ele. A localidade de Ars converteu-se num caminho de peregrinação. Os peregrinos acorriam desde o amanhecer àquela igreja que 30 anos antes se encontrava vazia: «Diga-me onde está Ars e eu indicarei o caminho do Céu», tinha dito S. João Maria Vianney a um pastor antes de chegar à sua Paróquia.

Como vemos, embora em estilos diferentes, ambos dão-nos o exemplo do que deve ser o objectivo de quem assume responsabilidades na Igreja (padres, religiosos, missionários, leigos, catequistas, …): CONSTRUIR A IGREJA DE JESUS.

Ao terminar este ano pastoral já se nos abre a porta para novo ano de actividades.

Pe. Batalha

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Marcador para a Bíblia – 12ª Semana do Tempo Comum>> marcador_da_palavra_tc12 NOVO

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