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Archive for Abril, 2009

Seguimos Cristo, Bom PASTOR, LUZ e EXEMPLO de RESSURREIÇÃO para o mundo

pastor21O 4º Domingo da Páscoa é considerado o “Domingo do Bom Pastor”, pois todos os anos a liturgia propõe, neste domingo, um trecho do capítulo 10 do Evangelho segundo João, no qual Jesus é apresentado como “Bom Pastor”. É, portanto, este o tema central que a Palavra de Deus põe, hoje, à nossa reflexão.

O Evangelho apresenta Cristo como “o Pastor modelo”, que ama de forma gratuita e desinteressada as suas ovelhas, até ser capaz de dar a vida por elas. As ovelhas sabem que podem confiar n’Ele de forma incondicional, pois Ele não busca o próprio bem, mas o bem do seu rebanho. O que é decisivo para pertencer ao rebanho de Jesus é a disponibilidade para “escutar” as propostas que Ele faz e segui-l’O no caminho do amor e da entrega.

A primeira leitura afirma que Jesus é o único Salvador, já que “não existe debaixo do céu outro nome, dado aos homens, pelo qual possamos ser salvos” (neste “Domingo do Bom Pastor” dizer que Jesus é o “único salvador” equivale a dizer que Ele é o único pastor que nos conduz em direcção à vida verdadeira). Lucas avisa-nos para não nos deixarmos iludir por outras figuras, por outros caminhos, por outras sugestões que nos apresentam propostas falsas de salvação.

Na segunda leitura, o autor da primeira Carta de João convida-nos a contemplar o amor de Deus pelo homem. É porque nos ama com um “amor admirável” que Deus está apostado em levar-nos a superar a nossa condição de debilidade e de fragilidade. O objectivo de Deus é integrar-nos na sua família e tornar-nos “semelhantes” a Ele.

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Com a Bíblia Peregrina, a Palavra de casa em casa (de 3 a 9de Maio)>> semana-4-pascoa-biblia-peregrina

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Nota: Informação recolhida em Evangelho Quotidiano, Dehonianos, Paulinas, Benedictines de Catalunya, h2onewspt, Living Space, Lugar Sagrado e Hermanoleón Clipart.

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S. NUNO DE SANTA MARIA

1215823-1581625O traço de carácter que melhor define D. Nuno Alvares Pereira é a LIBERDADE.

  • A LIBERDADE de Portugal face a Castela;
  • A LIBERDADE face às riquezas e às honras;
  • A LIBERDADE perante o perigo;
  • A LIBERDADE perante a intriga;
  • A LIBERDADE até perante as inimizades.

S. Nuno foi herói e santo porque sempre foi um homem radicalmente livre. A sua santidade foi até reconhecida pelos adversários. É esta liberdade que precisamos hoje! Passados 35 anos e mergulhados numa profunda crise será que encontraremos algum herói como SÃO NUNO DE SANTA MARIA!

in http://padre-inquieto.blogspot.com/

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VOCAÇÕES

bannerNeste sábado em que tivemos reunidos, entre nós, no Santuário de Santa Bárbara, os Acólitos da nossa Diocese, no seu XXIX  EMA (Encontro de Ministros do Altar), abrimos a “Semana de Oração pelas Vocações de consagração.

Ser Acólito é uma vocação, sem dúvida. Porém, “Vocações” há muitas e em diversas direcções. Vamos à raiz. Deus destinou todos os homens, abençoando-os, para realizar uma vocação na sua vida terrestre, como nos diz a Bíblia: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a; dominai sobre os peixes do mar, as aves do céu e todos os animais que rastejam sobre a terra”(Gén.1,28)

Vocação significa chamamento. Nós somos chamados ora para dar a nossa presença ora para executar alguma tarefa ou assumir alguma missão. O chamamento é sinal de confiança. O que é chamado é importante para quem o chama. A vocação humana tem, ao mesmo tempo, a sua dimensão pessoal no sentido de chegar ao pleno desenvolvimento dos seus talentos, e também a sua dimensão social no sentido de colocar os seus dons pessoais ao serviço dos outros, da comunidade. Por isso saibamos que vivemos concretamente a nossa vocação humana servindo naquelas actividades habituais que exige a profissão de cada um.

Porém, todos os baptizados são chamados à santidade, segundo a palavra de S. Paulo: Esta é a vontade de Deus, a vossa santificação (!ª Tês. 4,3 e Rom. 1,7). Há vocações missionárias, como por ex. Moisés (Ex. 2,1-10 e 3, 10).  A continuação da missão de Cristo foi confiada à sua Igreja: “Como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós”(Jo.20,21). Guiados por S. Paulo, entendemos a relação entre os dons e os ministérios (serviços): “Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo; diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo; diversos modos de acção, mas é o mesmo Deus que realiza tudo em todos”(1ª Cor.12, 4-6).

Esta Semana de Oração é dedicada especialmente às vocações de consagração sobretudo à vocação ao ministério sacerdotal, para que o Senhor nos corações pais jovens que se disponham a ser padres.

É a oração que prepara a vocação, porque ela é obra da graça e dom de amor. Deus precede-nos sempre no caminho que antes de ser aventura humana é iniciativa divina. Antes do chamamento dos discípulos, Jesus rezou.

Neste Ano Paulino, também S. Paulo nos mostra que a iniciativa da conversão e do chamamento são sempre de Deus. Uma comunidade orante oferece, aos que são chamados, ambientes e momentos propícios ao discernimento e à resposta livre e generosa.

E compreende-se que seja a partir da Eucaristia e do serviço do altar que a comunidade cristã perceba melhor o mistério do dom de Deus e se dê maior valor à resposta humana de quantos são chamados.

E contemplando a vocação de Maria, Mãe da Igreja, que pelo seu “Sim” se tornou a Mãe de Deus e nossa Mãe e se faz nosso exemplo, ensinando-nos a cultivar no coração o acolhimento sereno e generoso ao projecto de Deus.

Pedi ao Senhor que dê mais trabalhadores à sua Igreja.

P. Batalha

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Com a Bíblia Peregrina, a Palavra de casa em casa (de 26 de Abril a 2 de Maio) semana-3pascoa-biblia-peregrina NOVO

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Material de Apoio à 46ª Semana  das Vocações

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SERVIR O ALTAR – Ser Acólito

Abril 25, 2009 1 comentário

380A Diocese realiza o seu Encontro de Ministros do Altar (=EMA), neste dia de S. Marcos, aqui entre nós. Escolheu o Santuário de Santa Bárbara. A todos os Acólitos, aos sacerdotes, seminaristas e ao Sr. Bispo, queremos saudar como Peregrinos, com esta palavra: Sede Bem-vindos a este Santuário ! Santa Bárbara vos alcance de Jesus também, como ela, um grande amor à Santíssima Trindade e à Eucaristia.

Os nossos Acólitos durante os 2 meses anteriores foram-se preparando espiritualmente para o Encontro do EMA pondo os olhos no Lema “Quem és Tu Senhor?”, convidados quase todas as semanas com uma pequena Carta do pároco, procurando prestar mais atenção à vocação a que são chamados: Ser ministro do Altar. Sabes o que quer dizer “ministro“? Quer dizer “servidor“.  Ser Acólito é servir Jesus no Altar, no meio da sua comunidade de discípulos de Cristo.  Ser Acólito é alguém que tem uma relação especial, mais próxima com o Senhor e que se sabe amado por Ele. Porém, na Liturgia não são apenas os Acólitos que desempenha uma função especial. Assim nos diz o Concílio Vaticano II: “Os que servem ao altar, os leitores, animadores e elementos do grupo coral desempenham também um autêntico serviço/ ministério litúrgico. Exerçam, pois, a sua função com piedade autêntica e do modo que convém a tão grande ministério que  lhes exige o Povo de Deus. É, pois, necessário imbuí-los de espírito litúrgico, cada um a seu modo, e formá-los para executarem perfeita e ordenadamente a parte que lhes compete.”(S.C. 29)

O Acólito, por isso, é alguém que se sente amado por Jesus e que, reciprocamente, quer amá-l’O com todo o coração, com toda alma e com todas as forças; por conseguinte, o servidor do altar deve dialogar com Ele na oração de cada dia. Quanto à sua tarefa, é fácil, porque o sacerdote é o seu ponto de referência que lhe ensina tudo o que deve saber, o que tem de fazer e os livros a utilizar.

Ser Acólito é um Serviço muito nobre, porque é servir Jesus no seu Altar e na sua Igreja. É Servir e ajudar toda a comunidade cristã. Não é um serviço como outro qualquer, porque desempenham-se funções, mais próximas de Jesus, juntos da Palavra e da Eucaristia que Ele nos deixou. Daí que é natural que o Acólito se prepare bem e o faça o melhor que seja capaz, dando bom exemplo diante de todos.

Quero, aqui, agradecer à nossa Associação de Acólitos de Santa Bárbara a coragem de ter assumido a responsabilidade de acolher este EMA –  o XXIX Encontro dos Ministros do Altar da nossa Diocese, neste Ano Paulino, escolhendo para seu lema a pergunta da Conversão de São Paulo no Caminho de Damasco: “Quem és Tu Senhor?”. Saí deste EMA robustecidos com a força de Cristo Ressuscitado. Também como  São Paulo vos proponho: “Permanecei firmes no Senhor…Alegrai-vos sempre n’Ele !” (Fil.4, 1-4)

P. Batalha

EDUCAÇÃO SEXUAL NAS ESCOLAS

Numa altura em que se fala da Educação Sexual nas escolas, será bom ver estes vídeos.

A COMIDA PASCAL FAZ-NOS IRMÃOS

3dpJesus ressuscitou verdadeiramente? Como é que podemos fazer uma experiência de encontro com Jesus ressuscitado? Como é que podemos mostrar ao mundo que Jesus está vivo e continua a oferecer aos homens a salvação? É, fundamentalmente, a estas questões que a liturgia do 3º Domingo da Páscoa procura responder.

O Evangelho assegura-nos que Jesus está vivo e continua a ser o centro à volta do qual se constrói a comunidade dos discípulos. É precisamente nesse contexto eclesial – no encontro comunitário, no diálogo com os irmãos que partilham a mesma fé, na escuta comunitária da Palavra de Deus, no amor partilhado em gestos de fraternidade e de serviço – que os discípulos podem fazer a experiência do encontro com Jesus ressuscitado. Depois desse “encontro”, os discípulos são convidados a dar testemunho de Jesus diante dos outros homens e mulheres.

A primeira leitura apresenta-nos, precisamente, o testemunho dos discípulos sobre Jesus. Depois de terem mostrado, em gestos concretos, que Jesus está vivo e continua a oferecer aos homens a salvação, Pedro e João convidam os seus interlocutores a acolherem a proposta de vida que Jesus lhes faz.

A segunda leitura lembra que o cristão, depois de encontrar Jesus e de aceitar a vida que Ele oferece, tem de viver de forma coerente com o compromisso que assumiu… Essa coerência deve manifestar-se no reconhecimento da debilidade e da fragilidade que fazem parte da realidade humana e num esforço de fidelidade aos mandamentos de Deus.

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Nota: Informação recolhida em Evangelho Quotidiano, Dehonianos, Paulinas, Benedictines de Catalunya, h2onewspt, Living Space, Lugar Sagrado e Hermanoleón Clipart.

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PROJECTO “IGREJA SOLIDÁRIA”

maoscomamorEm cada Paróquia um Grupo de Acção Social.

O Cardeal Patriarca, na 6ª feira passada, dia 17, convocou, para o Centro  Diocesano de Espiritualidade, os Párocos, levando cada um consigo um leigo, para um Encontro sobre a acção sócio-caritativa como resposta à crise. Fez a apresentação e debate dum Projecto “Igreja Solidária“; para reforçar a capacidade da Igreja Diocesana dar resposta às novas situações da crise. Estamos conscientes de que a actual crise económico-financeira está a gerar graves situações sociais. Porém, também devemos estar conscientes de que a crise financeira é uma crise da sociedade que pôs o dinheiro acima de tudo: dinheiro por cima do amor, da vida em comunidade e da sustentabilidade do nosso planeta. Promoveu-se o consumo e agora abandonam-se milhões de consumidores na ratoeira das suas dívidas. Valorizou-se mais os lucros do capital, mais do que o direito à habitação, à educação e à saúde. Por meio de taxas de juros, comerciantes de dinheiro sem escrúpulos, aí estão hoje condenados por milhões de pessoas – roubadas do seu dinheiro, das suas reformas, das suas casas e do seu futuro. Geraram uma trágica crise do sistema financeiro mundial.  Uma vez que o sistema faliu, não há que remendar. Há que criar outras instituições, com novos objectivos, novos meios, novas regras que respeitem a dignidade das pessoas e dos povos.

Neste encontro afirmou-se que esta falência do sistema foi gerada pela ganância: “a avidez excessiva do lucro e a sede do poder…a qualquer preço” (SRS 37).Temos de mudar. Temos de mudar o estilo de vida – mudar é preciso, escrevia-vos eu em Fevereiro, no Farol 25. Perante as falências financeiras, encerramento de empresas às centenas, consequente aumento do desemprego e da fome, o Sr Patriarca com o Departamento da Pastoral Sócio-Caritativa, apresentou, à apreciação, o Projecto “Igreja Solidária“. Em vez de lamentações temos de arregaçar as mangas e meter mãos ao trabalho. Esta crise é uma oportunidade para mudarmos de estilo de vida. Temos de mudar hábitos culturais e cultuais, quer dizer que se estávamos habituados a comprar coisas de marca, temos de o deixar de fazer e em vez de trocarmos de coisas (por ex., carro, fatos, etc…) tão repetidamente, temos de o fazer, só quando, já estiverem gastas. Não podemos fazer todas as vontades aos meninos, alimentando facilitismos aos filhos, mas há que dar-lhes referências do bem comum, da fraternidade, da justiça, do respeito e da verdade…dos valores que dignificam as pessoas e a sociedade.

Com o Projecto, as Paróquias devem estimular a criação de respostas imediatas.  Para isso todas as Paróquias devem ter Grupos de Acção Social. São eles que  proporcionam o primeiro conhecimento. Cabe-lhes fazer um levantamento das situações, especialmente as da pobreza envergonhada que exige muita delicadeza e discrição e o primeiro contacto com os «casos sociais»;é a partir deles que se efectua o  primeiro apoio; eles são mediadores junto de outras entidades; e são também eles que efectuam o acompanhamento de cada «caso» até se alcançar uma solução satisfatória. Através deles, os cristãos, à semelhança do «Bom Samaritano»,  podem realmente ser «próximos» de quem precisa.

P. Batalha

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Bíblia Peregrina (2ª Semana da Páscoa)>> semana-2pascoa-biblia-peregrina NOVO

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TOCA AS MINHAS CHAGAS QUE ACONTECEM NO MUNDO

aparicion_tomas07A liturgia deste domingo apresenta-nos essa comunidade de Homens Novos que nasce da cruz e da ressurreição de Jesus: a Igreja. A sua missão consiste em revelar aos homens a vida nova que brota da ressurreição.

Na primeira leitura temos, numa das “fotografia” que Lucas apresenta da comunidade cristã de Jerusalém, os traços da comunidade ideal: é uma comunidade formada por pessoas diversas, mas que vivem a mesma fé num só coração e numa só alma; é uma comunidade que manifesta o seu amor fraterno em gestos concretos de partilha e de dom e que, dessa forma, testemunha Jesus ressuscitado.

No Evangelho sobressai a ideia de que Jesus vivo e ressuscitado é o centro da comunidade cristã; é à volta d’Ele que a comunidade se estrutura e é d’Ele que ela recebe a vida que a anima e que lhe permite enfrentar as dificuldades e as perseguições. Por outro lado, é na vida da comunidade (na sua liturgia, no seu amor, no seu testemunho) que os homens encontram as provas de que Jesus está vivo.

A segunda leitura recorda aos membros da comunidade cristã os critérios que definem a vida cristã autêntica: o verdadeiro crente é aquele que ama Deus, que adere a Jesus Cristo e à proposta de salvação que, através d’Ele, o Pai faz aos homens e que vive no amor aos irmãos. Quem vive desta forma, vence o mundo e passa a integrar a família de Deus.

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Nota: Informação recolhida em Evangelho Quotidiano, Dehonianos, Paulinas, Benedictines de Catalunya, h2onewspt, Living Space, Lugar Sagrado e Hermanoleón Clipart.

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ALELUIA

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Cristo Ressuscitou. Aleluia !

A Luz vence as trevas !

Este é o Dia que o Senhor fez !

Louvemos ! Bendigamos ! Aclamemos com Aleluias de alegria,porque a Vida é mais forte que a morte!

O Amor é mais forte que o ódio!

Cristo Ressuscitado é a nossa Luz… Ele é a nossa Salvação!

Exultemos e alegremo-nos, porque o Senhor fez Maravilhas em favor do seu Povo!

“Anunciamos, Senhor, a vossa morte!

Proclamamos a vossa Ressurreição !

Vinde Senhor Jesus !”

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A todos a Paz e a Alegria de Cristo Ressuscitadoestejam convosco !

Abraça-vos, P. Batalha

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A liturgia deste domingo celebra a ressurreição e garante-nos que a vida em plenitude resulta de uma existência feita dom e serviço em favor dos irmãos. A ressurreição de Cristo é o exemplo concreto que confirma tudo isto.

A primeira leitura apresenta o exemplo de Cristo que “passou pelo mundo fazendo o bem” e que, por amor, se deu até à morte; por isso, Deus ressuscitou-O. Os discípulos, testemunhas desta dinâmica, devem anunciar este “caminho” a todos os homens.

O Evangelho coloca-nos diante de duas atitudes face à ressurreição: a do discípulo obstinado, que se recusa a aceitá-la porque, na sua lógica, o amor total e a doação da vida não podem, nunca, ser geradores de vida nova; e a do discípulo ideal, que ama Jesus e que, por isso, entende o seu caminho e a sua proposta (a esse não o escandaliza nem o espanta que da cruz tenha nascido a vida plena, a vida verdadeira).

A segunda leitura convida os cristãos, revestidos de Cristo pelo baptismo, a continuarem a sua caminhada de vida nova, até à transformação plena (que acontecerá quando, pela morte, tivermos ultrapassado a última barreira da nossa finitude).

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Mensagem Pascal