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OLHAR A FAMÍLIA DE NOVO

familiaNuma sociedade em que se promove o individualismo cultural e social, torna-se necessário voltar á família com olhos novos.

Nestes tempos difíceis para a família e que se adivinham ainda mais difíceis em termos sociais, económicos e laborais.

A sociedade está perturbada com graves problemas de subsistência de muitos e de desenvolvimento, as famílias cristãs têm de ser as primeiras a reforçar os laços internos e externos de solidariedade e partilha, olhando os vizinhos de perto e de mais longe, com olhos de fraternidade activa.

Porque, hoje, há famílias sem amor, sem pão, sem unidade, sem paz, sem Deus, sem oração. Há famílias desprezadas, a viver na pobreza envergonhada…Há famílias onde entrou o vício do roubo, do álcool, da droga. Há famílias desfeitas sem amor e união, onde há violência, infidelidade e adultério. Precisamos de um olhar novo para elas com a nossa caridade e oração.

Porém, há um olhar que devemos sublinhar que é reconhecer que os filhos, todos os filhos, têm direito a ter pais. Para os pais, os filhos são um dom, não um direito e muito menos uma propriedade. Por isso, neste dia da Família, despertai um novo olhar para os vossos filhos: informando-vos sobre os seus êxitos e problemas na escola e na catequese, vê-los sorrir, correr e brincar, dialogar com eles, responder às suas questões, contar histórias, estar com eles, simplesmente. Gratuitamente.

É dia de ser pais, mas também é dia de ser filhos:

“Filhos obedecei aos vossos pais…amparai-os na velhice e não os desgosteis enquanto viverem. Em família, revesti-vos de sentimentos de misericórdia, bondade, humildade, mansidão e paciência; suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos mutuamente, instruindo-vos e aconselhando-vos uns aos outros e orando uns com os outros e pelos outros…”( da 2ª e 1ªleituras)

Olhar a família de novo é cuidar da educação.

E um dos aspectos mais importantes é a transmissão de uma escala de valores a partir da vivência dos mesmos pelos membros da família: educando pessoas livres que tenham uma grande sensibilidade moral e uma consciência capaz de discernir, pessoas que assumam a responsabilidade; formando pessoas no amor e educá-las para que possam agir com amor nas relações humanas, de tal modo que o amor esteja aberto à comunidade, impregnado do sentido de justiça e de respeito para com todos, consciente da sua responsabilidade na sociedade inteira. Entre estes valores, especialmente os valores espirituais da Fé e da vivência religiosa.                                                                                                                                                                                                                                                                                                    

P. Batalha

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  1. Janeiro 4, 2009 às 06:00

    Reproduzi na íntegra o texto e a foto no meu blogue (em 4-1-2009)

  2. Janeiro 4, 2009 às 06:04

    Em aditamento ao texto, igualmente do Senhor Padre Batalha, publicado por mim, em 1-1-2009, sobre o Dia Mundial da Paz, em
    http://problemasteoremas.wordpress.com/2009/01/01/dia-mundial-da-paz-texto-do-pe-batalha/

  1. Janeiro 4, 2009 às 05:48

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