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VINDE SENHOR JESUS

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Nada de Árvore de Natal sem Presépios.

A história é a do Menino Jesus que nasceupara salvar a humanidade, filho de uma mulher de Fé, capaz de assumir riscos.

Uma criança que nasceu numa manjedoura,num símbolo evidente de que o poder está no serviço,e cujas primeiras visitas foram os pastores, que correspondiam, na altura, aos sem-abrigo de agora, gente marginalizada que vivia atrás dos seus rebanhos, sem tecto certo.

Se tem filhos, não lhes entregue a ilusão do ‘pai natal’, porque esse é comerciante. O Natal de Jesus não é comércio,  mas fraternidade, amor e paz.

Nós lançámos na Catequese a ideia da construção comunitária do Presépio, na Igreja e na Família.

Laçámos a ideia do Concurso de Presépios.

Construa, em casa, o Presépio com os seus filhos, na rua, em grupo com outros,  façam-no desde o apanhar do musgo até à construção do estábulo, etc… Empenhe-se com eles nalguma campanha de solidariedade. Visitem idosos ou doentes que sofrem a solidão. Ideias é só querer tê-las. Preparem-se para, a princípio, ter que arrastar os adolescentes para estas atitudes: é claro que detestam, a princípio, e a inércia empurra-os para o comodismo, mas acreditem que depois gostam, e sentem aquela felicidade interior, que resulta de ter feito outra pessoa feliz.

Este tempo do Advento é animado com as mensagens bíblicas de Isaías, de João Baptista, de S. Paulo, do Anjo Gabriel e de Maria. Alimentam a nossa Esperança e o nosso desejo de que Deus venha e se torne presente na nossa vida. Para isso propomos que nas nossas casas demos um lugar especial à Palavra de Deus (o Cantinho da Bíblia)  e acendendo uma vela todos os dias ao ler um bocadinho da Bíblia, por nossa iniciativa ou indicada pela Catequese.

O Natal de Jesus vai chegar, preparemo-nos para O receber. Que fazer para melhor O receberes?

Este tempo é propício para olharmos para nós, aproveitando os nossos corações estarem mais sensíveis e abertos para fazer um balanço do nosso estilo de vida. Não se nos pede que renunciemos a tudo, mas simplesmente que saibamos repartir os bens que temos; que em vez de um consumo desenfreado, saibamos discernir o que é necessário do que é supérfluo. É o momento de olharmos todos para o Evangelho e para os pobres, de somarmos as nossas iniciativas de solidariedade, cada um trazendo um grão de generosidade.

Este tempo caracteriza-se pela esperança e pela alegria, pela fraternidade e pela solidariedade.

Este contentamento feliz não é uma alegria qualquer. Marca a diferença, porque Jesus imprime um toque especial, do Espírito Santo. E quando Jesus fala de paz, diz: Dou-vos uma paz que não é como a que o mundo dá; e quando fala de amar diz: amai-vos tal como Eu vos amei.

Preparemo-nos para o Natal: Vinde Senhor Jesus!

Esta é uma oportunidade para que construamos um presépio dentro de nós.

Porque, hoje em dia, é aí que Cristo quer (re)nascer.

P. Batalha

FAROL em versão impressa [pdf]

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