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A família o meio mais importante para “manter os valores e a fé”

De acordo com a notícia do Diário Digital “Forum Libertas”, aos 23 anos, o actual líder do Grande Prémio de Fórmula 1 não esquece as suas origens e os perigos da fama: “É preciso ser muito forte para suportar toda a pressão dos meios de comunicação e não permitir que nem isso, nem o dinheiro e a fama acabem por modificar a tua vida”.

“O mais importante é manter os valores e as crenças. Se não, tudo isso resultaria insuportável. Acredito que a minha família me educou bem e, portanto, não vejo nenhuma razão para mudar. Procuro manter as coisas da minha vida iguais”.

“A minha família têm um papel crucial na minha vida e como sempre o tiveram. Não poderia passar nenhum dia sem eles. São a minha equipa de apoio, ajudam-me, cuidam de mim e libertam-me do stress que produz o facto de ser piloto de F-1”.

A relação com o seu é intensa e foi ele próprio que se encarregou de negociar a ampliação do contrato do seu filho com a McLaren e o acordo com a Reebok.

Ao mesmo tempo, o seu irmão Nicolau, que nasceu com uma paralisia cerebral que lhe deixou algumas sequelas físicas, continua a ser a sua principal fonte de inspiração.

“É una das melhores pessoas que conheço e acredito que todos na F-1 reconhecem que é uma pessoa incrível. É maravilhoso. Muito maduro aos seus 16 anos. E ensina-me muitas coisas, apesar de ser o seu irmão maior”.

O corredor britânico junta-se à lista das figuras do desporto, da cultura e do espectáculo que reconhecem públicamente a sua fé. Afirma que é piloto porque Deus assim o quis.

“Sempre fui religioso e sou católico”, afirmou recentemente na Alemanha perante alguns convidados da McLaren.

Quando era mais pequeno, íamos todas as semanas à igreja. Mas quando comecei a competir não podia, porque tinha provas. Não é só a minha familia mais próxima que é profundamente religiosa, mas também as minhas tias, os meus primos. E sinto a minha fé como algo muito próximo, especialmente nests últimos dois anos. Por isso mesmo falo dela tão livremente”.

Assim, Hamilton não tem qualquer vergonha em reconhecer a sua fé cristã, da mesma forma que já antes o tinha feito outras personagens públicas como o corredor de fórmula 1 Robert Kubica, o futebolista Kaká, o treinador e antigo futebolista Franz Beckenbauer, os cantores Lenny Kravitz , Katia Guerreiro e Bono (U2), a supermodelo Adriana Lima ou a atleta olímpica, medalha de ouro dos 400 m, Tasha Danvers-Smith.

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