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Archive for Setembro, 2008

E QUE FAZEMOS NÓS DA “VINHA DE DEUS”?

Setembro 30, 2008 Deixe um comentário

A liturgia do 27º Domingo do Tempo Comum utiliza a imagem da “vinha de Deus” para falar desse Povo que aceita o desafio do amor de Deus e que se coloca ao serviço de Deus. Desse Povo, Deus exige frutos de amor, de paz, de justiça, de bondade e de misericórdia.

Na primeira leitura, o profeta Isaías dá conta do amor e da solicitude de Deus pela sua “vinha”. Esse amor e essa solicitude não podem, no entanto, ter como contrapartida frutos de egoísmo e de injustiça… O Povo de Jahwéh tem de deixar-se transformar pelo amor sempre fiel de Deus e produzir os frutos bons que Deus aprecia – a justiça, o direito, o respeito pelos mandamentos, a fidelidade à Aliança.

No Evangelho, Jesus retoma a imagem da “vinha”. Critica fortemente os líderes judaicos que se apropriaram em benefício próprio da “vinha de Deus” e que se recusaram sempre a oferecer a Deus os frutos que lhe eram devidos. Jesus anuncia que a “vinha” vai ser-lhes retirada e vai ser confiada a trabalhadores que produzam e que entreguem a Deus os frutos que ele espera.

Na segunda leitura, Paulo exorta os cristãos da cidade grega de Filipos – e todos os que fazem parte da “vinha de Deus” – a viverem na alegria e na serenidade, respeitando o que é verdadeiro, nobre, justo e digno. São esses os frutos que Deus espera da sua “vinha”.

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Nota: Informação recolhida em Evangelho Quotidiano, Dehonianos, Benedictines de Catalunya e Hermanoleón Clipart.

O FALAR E O FAZER

Setembro 27, 2008 Deixe um comentário

Há uma expressão popular: “Façam o que eu digo, não façam o que eu faço” que é bem a manifestação da  hipocrisia.

De facto hoje, as palavras vão-se esvaziando de significado. Nas relações sociais vão tendo maior peso as cortesias verbais , promessas destituídas de empenho.. A humanidade perde-se muitas vezes em veleidades. Fazem-se planos sem intenção de cumprir. Muitos se comprazem em projectos megalómanos …Promessas, muitas promessas. Pouca acção. Muitos noivos, no casamento, junto ao altar, prometem viver o amor. Depois?… Pais e mães prometem prestar mais atenção, conviver mais com os filhos.

Também há filhos que fazem muitas promessas. Palavras, só palavras e nada mais. O nosso mundo está cheio de promessas vazias.

Na parábola dos dois irmãos temos um “não” que se transforma em “sim” e um “sim”que se torna num “não”. São os que “dizem” e os que “fazem”.Não é fácil a gente praticar o que diz, manter a palavra dada.

A parábola é a resposta à eterna pergunta: Quem é amigo de Jesus? Aliás Ele dá a resposta: “Nem todo aquele que me diz Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus” (Mt 7, 21).

Pode existir entre nós uma hipocrisia não consciente. Consiste em não nos interrogarmos a fim de saber se algo precisa de ser mudado.

Muitos contentam-se em viver alguns pontos dos Ensinamentos cristãos, sobretudo os que dão mais nas vistas, descurando outros, considerando-os como algo de somenos importância. Andam por perto de Cristo, por isso não sentem necessidade de se aproximar mais, para uma identificação de vida. Andam pelos arredores. Escutam de longe a sua voz.

A nossa vida não é inteiramente transparente. É um misto entre claro e escuro.

As pessoas, hoje, falam muito, mas comunicam pouco. Há uma inflação de palavras e um mínimo de revelação de si mesmo. Mentir não é só faltar à verdade, é também entrincheirar-se nas meias verdades. É praticar a diplomacia de estar bem com todos.

Se fomos educados para a mentira, dizemos “sim” só da boca para fora. Acabamos por fazer só aquilo que queremos. Por isso pessoal e comunitariamente, precisamos de nos educar para a autenticidade.

A autenticidade é dizer o que se pensa, mas também é fazer o que se fala. Porque a verdade pensa-se, diz-se e executa-se.

Por isso, não basta encher as praças das Palavras de Deus; é preciso encher a Palavra de Deus de autenticidade.

Para evitar as aparências que enganam, a Palavra de Deus nos convida a guiar-nos pelas atitudes de Cristo. Por isso S. Paulo (Fl 2,1-11) nos aconselha: “Tende em vós os mesmos sentimentos de Jesus Cristo. Ele que era de condição divina não reivindicou a sua igualdade com Deus…Assumiu a condição de servo

P. Batalha

Que papel temos desempenhado na construção do Reino?

Setembro 24, 2008 Deixe um comentário

A liturgia do 26º Domingo do Tempo Comum deixa claro que Deus chama todos os homens e mulheres a empenhar-se na construção desse mundo novo de justiça e de paz que Deus sonhou e que quer propor a todos os homens. Diante da proposta de Deus, nós podemos assumir duas atitudes: ou dizer “sim” a Deus e colaborar com Ele, ou escolher caminhos de egoísmo, de comodismo, de isolamento e demitirmo-nos do compromisso que Deus nos pede. A Palavra de Deus exorta-nos a um compromisso sério e coerente com Deus – um compromisso que signifique um empenho real e exigente na construção de um mundo novo, de justiça, de fraternidade, de paz.

Na primeira leitura, o profeta Ezequiel convida os israelitas exilados na Babilónia a comprometerem-se de forma séria e consequente com Deus, sem rodeios, sem evasivas, sem subterfúgios. Cada crente deve tomar consciência das consequências do seu compromisso com Deus e viver, com coerência, as implicações práticas da sua adesão a Jahwéh e à Aliança.

O Evangelho diz como se concretiza o compromisso do crente com Deus… O “sim” que Deus nos pede não é uma declaração teórica de boas intenções, sem implicações práticas; mas é um compromisso firme, coerente, sério e exigente com o Reino, com os seus valores, com o seguimento de Jesus Cristo. O verdadeiro crente não é aquele que “dá boa impressão”, que finge respeitar as regras e que tem um comportamento irrepreensível do ponto de vista das convenções sociais; mas é aquele que cumpre na realidade da vida a vontade de Deus.

A segunda leitura apresenta aos cristãos de Filipos (e aos cristãos de todos os tempos e lugares) o exemplo de Cristo: apesar de ser Filho de Deus, Cristo não afirmou com arrogância e orgulho a sua condição divina, mas assumiu a realidade da fragilidade humana, fazendo-se servidor dos homens para nos ensinar a suprema lição do amor, do serviço, da entrega total da vida por amor. Os cristãos são chamados por Deus a seguir Jesus e a viver do mesmo jeito, na entrega total ao Pai e aos seus projectos.

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Leer el comentario del Evangelio por Clemente de Alejandría – «Los publicanos y las prostitutas os llevarán la delantera en el camino del Reinote Dios» [pdf]

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Commentary of the day by Clement of Alexandria – “Tax collectors and prostitutes are entering the kingdom of God before you [pdf]

Nota: Informação recolhida em Evangelho Quotidiano, Dehonianos, Benedictines de Catalunya e Hermanoleón Clipart.

AS IMAGENS FALAM

Setembro 20, 2008 Deixe um comentário

Começamos hoje a Catequese paroquial e a propósito dela vou servir-me da Igreja de Ribamar. Sentai-vos e olhai em frente; tendes três imagens catequéticas: o “Cristo Pantocrator”, ao seu lado direito na porta do Sacrário tendes o Peixe com Hóstia e do outro lado a imagem da Padroeira, Senhora de Monserrate.

Porque as imagens falam e dialogam connosco. Saibamos ouvi-las.

Cada uma destas imagens é tema de Catequese. Hoje convido-vos a contemplar a imagem de Cristo Pantocrator . Cristo é o Senhor do Universo revestido de poder e de glória, cuja santidade habita a sua Casa para todo o sempre.(vede Salmo 92(93)).

“É uma representação de Cristo glorioso, cabeça e esposo da assembleia que ali se reúne para celebrar a fé, consolidar a esperança e alimentar a caridade e se tornar assim sacramento de salvação no meio do mundo. Pela sua temática e pelo lugar que ocupa, esta imagem sublinha a centralidade de Cristo Ressuscitado na vida da Igreja e de cada cristão”.

Diz-nos também o autor (P. João Marcos) que esta pintura tem dois objectivos: 1. ajudar a encontrar-nos com Cristo Ressuscitado; 2.e a incentivar-nos a participar na missão evangelizadora da Igreja.

Ela anuncia-nos a Boa Nova da Salvação e apela à urgência da sua proclamação.

Reparando com atenção vemos um círculo negro, símbolo da morte, sobre o qual se manifesta uma explosão de vida que vai em todas as direcções como um carro de fogo transportando a luz e a vida vencedora sobre as trevas e a morte, Jesus Cristo Ressuscitado, como que a dizer-nos: Não tenhais medo, Eu venci a morte!

É uma figura frontal que vem ao nosso encontro para nos revelar a verdade do que somos e do que somos chamados a ser.

A sua serenidade e luminosidade convida-nos a aproximar-nos d’Ele que vem dizer-nos: a Paz esteja convosco!… Amai-vos uns aos outros!

A Igreja existe para anunciar o Evangelho que é Jesus Cristo vitorioso sobre a morte.

Explica-nos o pintor que no quadrado, aos quatro cantos, vemos “os quatro seres vivos em que a tradição cristã vê simbolizados os quatro evangelistas: Mateus com o rosto humano, Marcos com o leão, Lucas com o touro, e João com a águia. De facto, falando simbolicamente, há evangelizadores que pela sua altíssima compreensão e grande vivência do mistério de Cristo são comparáveis à águia de olhar penetrante e de grandes asas que a elevam às alturas do céu…

Nas outras quatro pontas, entre as figuras dos animais, vemos as rodas do carro de fogo que se movem simultaneamente em quatro direcções…(cf. Ez 1, 20-21). Estas rodas representam hoje, para nós, as comunidades cristãs. É nelas, nessas rodas em movimento, que está o Espírito Santo que suscita os profetas, os envia e os fortalece na sua missão evangelizadora…, as comunidades cristãs de que eles são boca, pés, asas, mãos, olhos e rosto.

Será o próprio pintor que virá fazer 4 Catequeses sobre a Mensagem desta pintura, por ocasião da Festa da Padroeira, nos dias 6, 7, 8 e 12 de Outubro.

P. Batalha

COMO S. PAULO, SEGUIR A LÓGICA DE DEUS

Setembro 17, 2008 Deixe um comentário

A liturgia do 25º Domingo do Tempo Comum convida-nos a descobrir um Deus cujos caminhos e cujos pensamentos estão acima dos caminhos e dos pensamentos dos homens, quanto o céu está acima da terra. Sugere-nos, em consequência, a renúncia aos esquemas do mundo e a conversão aos esquemas de Deus.

A primeira leitura pede aos crentes que voltem para Deus. “Voltar para Deus” é um movimento que exige uma transformação radical do homem, de forma a que os seus pensamentos e acções reflictam a lógica, as perspectivas e os valores de Deus.

O Evangelho diz-nos que Deus chama à salvação todos os homens, sem considerar a antiguidade na fé, os créditos, as qualidades ou os comportamentos anteriormente assumidos. A Deus interessa apenas a forma como se acolhe o seu convite. Pede-nos uma transformação da nossa mentalidade, de forma a que a nossa relação com Deus não seja marcada pelo interesse, mas pelo amor e pela gratuidade.

A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de um cristão (Paulo) que abraçou, de forma exemplar, a lógica de Deus. Renunciou aos interesses pessoais e aos esquemas de egoísmo e de comodismo, e colocou no centro da sua existência Cristo, os seus valores, o seu projecto.

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Nota: Informação recolhida em Evangelho Quotidiano, Dehonianos, Benedictines de Catalunya e Hermanoleón Clipart.

TRABALHO DIGNO, VIDA DIGNA

Setembro 13, 2008 4 comentários

Recebi esta Semana da Cáritas Diocesana, por proposta da Obra Católica Portuguesa das Migrações, um apelo a uma Campanha “Trabalho digno, vida digna”.

O trabalho é uma obrigação, um dever do homem.

O homem deve trabalhar por causa da sua subsistência e do desenvolvimento da humanidade. Por isso, há aquele provérbio: O trabalho dá saúde e faz crescer ou Barco parado não faz viagem ou Com trabalho e perseverança tudo se alcança.

O homem deve trabalhar, ainda, por consideração para com o próximo, especialmente a família, mas também a bem da sociedade e da nação a que pertence. Mais,… o trabalho tem um sentido social, porque o homem é herdeiro do trabalho de gerações passadas , mas também artífice do futuro daqueles que virão depois. Por isso, o trabalho e a criação do emprego são um desafio cultural e social.

O trabalho faz parte integrante da vida humana para desenvolvimento pessoal e comunitário. Sem ele há uma carência na dimensão fundamental da sua dignidade.

Todas as pessoas têm direito ao trabalho e responsabilidades nele. Têm direito a trabalhar em condições dignas e a um rendimento suficiente para as suas necessidades económicas, sociais e familiares mais elementares.

O trabalho, aqui na nossa zona, está quase todo estruturado em empresas de tipo familiar, com base nas relações familiares, observando-se um relacionamento básico de cooperação no trabalho. Empresários e trabalhadores  partilham da consciência de terem interesses comuns, dado que é o bom funcionamento da empresa que assegura as remunerações de uns e de outros. Porém, não está isento de problemas: desentendimentos, injustiças praticadas no dia a dia, preferências, dureza do trabalho, abusos no horário de trabalho, da parte do empresário, e trabalho insuficiente ou falta de dedicação da parte do trabalhador, desigualdades de rendimentos,…

Nós somos um povo de emigrantes em busca de trabalho que garanta melhores condições de vida. Tornámo-nos, entretanto, um país de imigrantes. Recebemos muitos milhares. Como tratamos esses irmãos ?! Sabemos que muitos têm sido manipulados e explorados, desempregados e empurrados para o crime…

Mediante o trabalho digno todos temos o direito a ganhar o pão de cada dia, em condições dignas e estáveis, com protecção que garanta o acesso à segurança social, pensões, subsídio de desemprego, protecção na maternidade e cuidados de saúde de qualidade para todos.

É preciso alterar as regras comerciais injustas e garantir que os acordos comerciais sejam transformados em instrumentos de implementação de um trabalho digno e de um desenvolvimento sustentável. Devem ser incluídos nos acordos comerciais mecanismos vinculativos para a promoção e reforço do trabalho digno que abranjam as normas de trabalho fundamentais.

Não podemos enfrentar a globalização de maneira defensiva ou competitiva, mas devemos ser solidários.

P. Batalha

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A família o meio mais importante para “manter os valores e a fé”

Setembro 11, 2008 Deixe um comentário

De acordo com a notícia do Diário Digital “Forum Libertas”, aos 23 anos, o actual líder do Grande Prémio de Fórmula 1 não esquece as suas origens e os perigos da fama: “É preciso ser muito forte para suportar toda a pressão dos meios de comunicação e não permitir que nem isso, nem o dinheiro e a fama acabem por modificar a tua vida”.

“O mais importante é manter os valores e as crenças. Se não, tudo isso resultaria insuportável. Acredito que a minha família me educou bem e, portanto, não vejo nenhuma razão para mudar. Procuro manter as coisas da minha vida iguais”.

“A minha família têm um papel crucial na minha vida e como sempre o tiveram. Não poderia passar nenhum dia sem eles. São a minha equipa de apoio, ajudam-me, cuidam de mim e libertam-me do stress que produz o facto de ser piloto de F-1”.

A relação com o seu é intensa e foi ele próprio que se encarregou de negociar a ampliação do contrato do seu filho com a McLaren e o acordo com a Reebok.

Ao mesmo tempo, o seu irmão Nicolau, que nasceu com uma paralisia cerebral que lhe deixou algumas sequelas físicas, continua a ser a sua principal fonte de inspiração.

“É una das melhores pessoas que conheço e acredito que todos na F-1 reconhecem que é uma pessoa incrível. É maravilhoso. Muito maduro aos seus 16 anos. E ensina-me muitas coisas, apesar de ser o seu irmão maior”.

O corredor britânico junta-se à lista das figuras do desporto, da cultura e do espectáculo que reconhecem públicamente a sua fé. Afirma que é piloto porque Deus assim o quis.

“Sempre fui religioso e sou católico”, afirmou recentemente na Alemanha perante alguns convidados da McLaren.

Quando era mais pequeno, íamos todas as semanas à igreja. Mas quando comecei a competir não podia, porque tinha provas. Não é só a minha familia mais próxima que é profundamente religiosa, mas também as minhas tias, os meus primos. E sinto a minha fé como algo muito próximo, especialmente nests últimos dois anos. Por isso mesmo falo dela tão livremente”.

Assim, Hamilton não tem qualquer vergonha em reconhecer a sua fé cristã, da mesma forma que já antes o tinha feito outras personagens públicas como o corredor de fórmula 1 Robert Kubica, o futebolista Kaká, o treinador e antigo futebolista Franz Beckenbauer, os cantores Lenny Kravitz , Katia Guerreiro e Bono (U2), a supermodelo Adriana Lima ou a atleta olímpica, medalha de ouro dos 400 m, Tasha Danvers-Smith.

Exaltação da Santa Cruz

Setembro 10, 2008 1 comentário

24º Domingo do Tempo Comum – Ano A (14 de Setembro de 2008)

A liturgia deste Domingo, Festa da Exaltação da Santa Cruz, convida-nos a contemplar a cruz de Jesus. Ela é a expressão suprema do amor de um Deus que veio ao nosso encontro, que aceitou partilhar a nossa humanidade, que quis fazer-se servo dos homens, que se deixou matar para que o egoísmo e o pecado fossem vencidos.
Oferecendo a sua vida na cruz, em dom de amor, Jesus indicou-nos o caminho para chegar à vida plena.

A primeira leitura fala-nos de um Deus que nunca abandona o seu Povo em caminhada e que está sempre lá, ajudando-o a perceber o sem sentido das suas opções erradas e convidando-o continuamente a nunca parar nessa busca da vida e da verdadeira liberdade. A serpente de bronze levantada sobre um poste, através da qual Deus dá vida ao seu Povo e o protege das forças destruidoras que ele enfrenta ao longo da sua peregrinação pelo deserto, traduz a vontade de Deus em dar vida ao homem; e é, por outro lado, um símbolo dessa força salvífica que se derrama da cruz de Cristo – o homem levantado ao alto para dar vida a todo o mundo.

Na segunda leitura, Paulo apresenta aos crentes de Filipos uma leitura da incarnação de Cristo. Jesus, o Filho amado de Deus, prescindiu do orgulho e da arrogância, para escolher o caminho da obediência ao Pai e do serviço aos homens, até ao dom da vida. A cruz é a expressão máxima desse caminho e dessa opção. É esse mesmo caminho de vida que os crentes de todas as épocas e lugares são convidados a acolher e a percorrer.

No Evangelho, João recorda-nos que Deus nos amou de tal forma, que enviou o seu Filho único ao nosso encontro para nos oferecer a vida eterna. Convida-nos a olhar para a cruz de Jesus, a aprender com ele a lição do amor total, a percorrer com ele o caminho da entrega e do dom da vida. É esse o caminho da salvação, da vida plena e definitiva.

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«Quando for erguido da terra, atrairei todos a Mim»
(Jo 12,32) [pdf]

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«Levantado de la tierra, atraeré a todos hacia mí»
(Jn 12,32) [pdf]

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Commentary of the day – A homily attributed to Saint Ephrem
When I am lifted up from the earth I will draw everyone to myself
(Jn 12,32) [pdf]

Nota: Informação recolhida em Evangelho Quotidiano, Dehonianos, Benedictines de Catalunya e Hermanoleón Clipart.

Catequese com Eucaristia

Setembro 7, 2008 Deixe um comentário

Estamos a organizar a Catequese para, entretanto, começar. No domingo 20/21.

A Catequese Paroquial não substitui a responsabilidade da família. Porque esta é a principal responsável pela educação dos filhos e esta entendida na sua globalidade, consequentemente, na sua dimensão religiosa. Porém a Igreja, como Mãe, ajuda os pais na sua missão educadora da Fé.

Nestes dois últimos anos valorizámos a Catequese com a Eucaristia, para que as crianças se iniciem na experiência da Fé comunitária e pessoal; para isso é indispensável a participação dominical e o testemunho do amor aos outros. A relação da Catequese com a Eucaristia foi muito boa, porque promoveu uma consciência de pertença à comunidade que é a Igreja, como Mãe e mestra da Fé. A comunidade cristã é como o seio materno onde se gera o homem novo, por meio da Palavra e dos Sacramentos de iniciação cristã. A comunidade tem a responsabilidade de catequizar cada um dos seus membros e também de os acolher, de modo a que possam viver o mais plenamente unidos Àquele a quem aderiram, Jesus Cristo. Por isso a 1ª etapa é a da progressiva inserção na vida da Fé da Igreja. Depois é preciso perceber que para ser cristão é seguir Jesus e viver à maneira da comunhão da Santíssima Trindade. É preciso descobrir Jesus Cristo como o amigo, a grande referência para o sentido da vida; para progressivamente ajudar os adolescentes a assumir o seu compromisso comunitário na sociedade e na Igreja

Chegaram, agora, os novos Catecismos nacionais.  Porquê novos catecismos ?  Porque no mundo actual as mudanças são rápidas e constantes. Por isso é necessária uma nova linguagem.

Vamos adoptá-los. Então os catecismos deste ano têm por títulos:

1º “Jesus gosta de mim”;

2º e 3ª sobre a Liturgia Dominical;

4º  sobre o Domingo  e Preparando a Primeira Comunhão;

5º A Bíblia;

6º A Igreja;

7º Projecto+;

8º Somos+;

9º O desafio de Viver;

10º A alegria de Crer.

Nestes Catecismos há mais trabalho pessoal e comunitário, com este método:

1. Vivemos,  2. Aprofundamos. 3.Celebramos,  4.Actuamos 5.Relizamos.

Exige que cada um se abra aos outros, pelo diálogo e a partilha, e faça a experiência de participação na comunidade cristã.

Jovens abri o vosso coração a Deus e deixai-vos alcançar por Jesus Cristo. Possam dizer, como S. Paulo:  o amor de Cristo é a minha vida, a força que me conduz !

P. Batalha

FAROL (Versão impressa)

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Somos responsáveis uns pelos outros

Setembro 3, 2008 2 comentários

23º Domingo do Tempo Comum – Ano A (7 de Setembro de 2008)

A liturgia deste domingo sugere-nos uma reflexão sobre a nossa responsabilidade face aos irmãos que nos rodeiam. Afirma, claramente, que ninguém pode ficar indiferente diante daquilo que ameaça a vida e a felicidade de um irmão e que todos somos responsáveis uns pelos outros.

A primeira leitura (Ez 33,7-9) fala-nos do profeta como uma “sentinela”, que Deus colocou a vigiar a cidade dos homens. Atento aos projectos de Deus e à realidade do mundo, o profeta apercebe-se daquilo que está a subverter os planos de Deus e a impedir a felicidade dos homens. Como sentinela responsável alerta, então, a comunidade para os perigos que a ameaçam.

O Evangelho (Mt 18,15-20) deixa clara a nossa responsabilidade em ajudar cada irmão a tomar consciência dos seus erros. Trata-se de um dever que resulta do mandamento do amor. Jesus ensina, no entanto, que o caminho correcto para atingir esse objectivo não passa pela humilhação ou pela condenação de quem falhou, mas pelo diálogo fraterno, leal, amigo, que revela ao irmão que a nossa intervenção resulta do amor.

Na segunda leitura (Rom 13,8-10), Paulo convida os cristãos de Roma (e de todos os lugares e tempos) a colocar no centro da existência cristã o mandamento do amor. Trata-se de uma “dívida” que temos para com todos os nossos irmãos, e que nunca estará completamente saldada.

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«Eu estou no meio deles»
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Nota: Informação recolhida em Evangelho Quotidiano, Dehonianos, Benedictines de Catalunya e Hermanoleón Clipart.