VINDE SENHOR JESUS Novembro 29, 2008
Posted by (VM) in Editorial.Tags: I Domingo Advento, Vinde Senhor Jesus
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Nada de Árvore de Natal sem Presépios.
A história é a do Menino Jesus que nasceupara salvar a humanidade, filho de uma mulher de Fé, capaz de assumir riscos.
Uma criança que nasceu numa manjedoura,num símbolo evidente de que o poder está no serviço,e cujas primeiras visitas foram os pastores, que correspondiam, na altura, aos sem-abrigo de agora, gente marginalizada que vivia atrás dos seus rebanhos, sem tecto certo.
Se tem filhos, não lhes entregue a ilusão do ‘pai natal’, porque esse é comerciante. O Natal de Jesus não é comércio, mas fraternidade, amor e paz.
Nós lançámos na Catequese a ideia da construção comunitária do Presépio, na Igreja e na Família.
Laçámos a ideia do Concurso de Presépios.
Construa, em casa, o Presépio com os seus filhos, na rua, em grupo com outros, façam-no desde o apanhar do musgo até à construção do estábulo, etc… Empenhe-se com eles nalguma campanha de solidariedade. Visitem idosos ou doentes que sofrem a solidão. Ideias é só querer tê-las. Preparem-se para, a princípio, ter que arrastar os adolescentes para estas atitudes: é claro que detestam, a princípio, e a inércia empurra-os para o comodismo, mas acreditem que depois gostam, e sentem aquela felicidade interior, que resulta de ter feito outra pessoa feliz.
Este tempo do Advento é animado com as mensagens bíblicas de Isaías, de João Baptista, de S. Paulo, do Anjo Gabriel e de Maria. Alimentam a nossa Esperança e o nosso desejo de que Deus venha e se torne presente na nossa vida. Para isso propomos que nas nossas casas demos um lugar especial à Palavra de Deus (o Cantinho da Bíblia) e acendendo uma vela todos os dias ao ler um bocadinho da Bíblia, por nossa iniciativa ou indicada pela Catequese.
O Natal de Jesus vai chegar, preparemo-nos para O receber. Que fazer para melhor O receberes?
Este tempo é propício para olharmos para nós, aproveitando os nossos corações estarem mais sensíveis e abertos para fazer um balanço do nosso estilo de vida. Não se nos pede que renunciemos a tudo, mas simplesmente que saibamos repartir os bens que temos; que em vez de um consumo desenfreado, saibamos discernir o que é necessário do que é supérfluo. É o momento de olharmos todos para o Evangelho e para os pobres, de somarmos as nossas iniciativas de solidariedade, cada um trazendo um grão de generosidade.
Este tempo caracteriza-se pela esperança e pela alegria, pela fraternidade e pela solidariedade.
Este contentamento feliz não é uma alegria qualquer. Marca a diferença, porque Jesus imprime um toque especial, do Espírito Santo. E quando Jesus fala de paz, diz: Dou-vos uma paz que não é como a que o mundo dá; e quando fala de amar diz: amai-vos tal como Eu vos amei.
Preparemo-nos para o Natal: Vinde Senhor Jesus!
Esta é uma oportunidade para que construamos um presépio dentro de nós.
Porque, hoje em dia, é aí que Cristo quer (re)nascer.
P. Batalha
FAROL em versão impressa [pdf]
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JESUS QUER VOLTAR A NASCER EM TI! AGORA… Novembro 26, 2008
Posted by (VM) in Não classificado.Tags: 1º Domingo do Advento, Advent, Advento, Adviento, Ano B, Be alert, Be watchful, Ciclo B, Estad atentos, Estai atentos, Evangelio, First Sunday of Advent, Gospel, Lecturas, Primer Domingo de Adviento, Readingas, vigiai, vigilad, Year B
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A liturgia do primeiro Domingo do Advento convida-nos a equacionar a nossa caminhada pela história à luz da certeza de que “o Senhor vem”. Apresenta também aos crentes indicações concretas acerca da forma devem viver esse tempo de espera.
A primeira leitura é um apelo dramático a Jahwéh, o Deus que é “pai” e “redentor”, no sentido de vir mais uma vez ao encontro de Israel para o libertar do pecado e para recriar um Povo de coração novo. O profeta não tem dúvidas: a essência de Deus é amor e misericórdia; essas “qualidades” de Deus são a garantia da sua intervenção salvadora em cada passo da caminhada histórica do Povo de Deus.
O Evangelho convida os discípulos a enfrentar a história com coragem, determinação e esperança, animados pela certeza de que “o Senhor vem”. Ensina, ainda, que esse tempo de espera deve ser um tempo de “vigilância” – isto é, um tempo de compromisso activo e efectivo com a construção do Reino.
A segunda leitura mostra como Deus se faz presente na história e na vida de uma comunidade crente, através dos dons e carismas que gratuitamente derrama sobre o seu Povo. Sugere também aos crentes que se mantenham atentos e vigilantes, a fim de acolherem os dons de Deus.
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Nota: Informação recolhida em Evangelho Quotidiano, Dehonianos, Benedictines de Catalunya e Hermanoleón Clipart.
O ADVENTO – TEMPO DE ESPERA E DE ESPERANÇA Novembro 25, 2008
Posted by (VM) in Um pouco de céu.Tags: Advento, Deus vem, esperar, maranatha, ter esperança
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Os judeus não reconheceram o Messias, porque o esperavam DIFERENTE. Até os apóstolos se escandalizavam do caminho da cruz. Muitas vezes imaginamos Deus duma maneira diferente da Sua. Construímos um Deus segundo a nossa imagem. O Advento coloca-nos disponíveis para receber Jesus tal como Ele vier, despojando-nos dos nossos esquemas, para nos abrirmos à sua graça.
ENCONTRAR DEUS EM CADA UM
Todos temos tendência a pensar que as coisas seriam melhores se NÓS fôssemos diferentes daquilo que somos. Se tivéssemos melhor temperamento, outras qualidades… E só na medida em que encontramos Deus em cada um, em mim mesmo, é que somos capazes de viver o presente e de o mudar. Jesus não se aproxima de nós através de uma realidade ideal, mas do quotidiano. E o que Ele pede é que estejamos dispostos a acolher, a servir, a pedir perdão…
PREPARARMO-NOS AO ESTILO DE MARIA
Podemos esperar Jesus como Alguém que virá de fora; e a experiência de Maria é a de O encontrar DENTRO DELA MESMA. Temos que receber Cristo no “coração”, antes de O recebermos no “corpo”, como Ela. E isso supõe um despojamento, para permitirmos que Ele seja o centro da nossa vida.
ESPERAR EM COMUNIDADE
Tudo isto não o vivemos sós, mas JUNTOS, numa comunidade ou família concreta, que tem os seus defeitos. Uma família a quem não servimos com a nossa habilidade ou inteligência, mas através do amor, da compreensão, da paz, da sã convivência.
ENTÃO CRISTO FARÁ NATAL NA TERRA…
E EM TI… E EM TUA CASA… E NO TEU TRABALHO…
HOJE, DIA DO ESPÍRITO SANTO Novembro 22, 2008
Posted by (VM) in Editorial.Tags: Confirmação, Crisma, Espírito Santo
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Este Domingo de Cristo Rei é para as nossas Paróquias dia da CRISMA. Dia em que o Espírito Santo oferece e infunde nos crismandos os seus dons. Reparai na Oração:
“Ó Deus omnipotente, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que pela água e pelo Espírito Santo, fizestes renascer estes vossos servos, libertando-os do pecado. Enviai-lhes o Espírito Santo Paráclito; Dai-lhes Senhor, o espírito de sabedoria e de inteligência; o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de ciência e de piedade; e enchei-os do espírito do vosso temor… Ámen!”
Pois “O Espírito do Senhor descerá sobre vós e vos dará força, e sereis minhas testemunhas” (Actos 1,8)
A Crisma vem confirmar o nosso Baptismo. Faz-nos profetas da Nova Aliança. Faz-nos assumir de maneira adulta e consciente o Baptismo. Quer ser uma força na nossa luta contra o mal, o pecado e a injustiça. Faz-nos livres e alegres como cristãos. Compromete-nos com Jesus Cristo, com a Igreja, com a comunidade e com os homens, especialmente os mais carenciados, oprimidos e injustiçados. “A cada um é dada a manifestação do Espírito, para proveito comum.”
Os dons do Espírito Santo que recebemos na Crisma, é para que dêem frutos.
Jesus disse que se reconhece o cristão pelas boas obras, assim como pelos frutos se conhece a árvore (Mt. 7, 19-20). “Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e lançada ao fogo” (Mt. 7,19). Sobre os frutos do Espírito Santo, São Paulo diz-nos: Vivei segundo o Espírito. (Ler Gálatas, 5, 16-26). Então, os frutos do Espírito Santo são: Caridade e Alegria; Paz e Paciência; Bondade e Perdão; Fidelidade e Sinceridade; Modéstia e Simplicidade; Pureza e Domínio de si; Justiça e Verdade; Amor e Temperança; Compreensão e Diálogo; Festa e Partilha; Ajuda e Serviço; Fortaleza e Prudência; Sacrifício, Fé e Esperança.
Os dons recebidos pela Crisma são para produzirem frutos. Nós não somos uma ‘Árvore de Natal’, com luzes multicolores. Toda a gente olha para ela, mas não vai além disso. Não tem frutos. Os dons do Espírito são dados, não para enfeitar a pessoa, mas para enriquecer a Igreja de frutos do Espírito, para os pôr a render. (Mat.25, 14-30).
O sacramento da Crisma é o compromisso de sermos cristãos conscientes, activos, participantes, testemunhas de Cristo, fermento de Fé, sal da terra e luz do mundo.
O cristão que recebe o Espírito Santo quer viver o cristianismo em comunidade, quer caminhar e servir as pessoas e a comunidade. É alguém que procura vivenciar a sua Fé, inserir-se com responsabilidade na comunidade local.
O cristão crismado ajudará a fazer acontecer uma Igreja/comunidade viva, comunidade de Fé, em Jesus Cristo vivo que tem o poder de nos libertar dos pecados que nasceram do coração humano e estão espalhados nas leis, nas estruturas e na organização da sociedade. Não basta acreditar em Jesus e no seu poder e ficar parado sem fazer nada. A fé é uma Força que vem de Jesus e nos leva a trabalhar, a amar. “Vinde benditos de meu Pai, tomai posse do reino que vos está preparado desde a criação do mundo, porque tive fome e destes-me de comer, tive sede e destes-me de beber, era peregrino e acolhestes-me, andava nu e vestistes-me, estava doente e visitastes-me, estava na prisão e fostes ter comigo”(Mt. 25, 31-46). Jesus dirige-nos os seus apelos: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”, “Vós sois o sal da terra e a luz do mundo”, “Ide e ensinai”, “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei”.
Qual é a nossa resposta ?
- Ide pelo mundo fora e vivei a vida nova em Cristo Jesus ! (Rom. 6.)Amen !
P. Batalha
CONSTRUIR A HISTÓRIA ATRAVÉS DO AMOR Novembro 19, 2008
Posted by (VM) in Liturgia.Tags: 34º Domingo, Ano A, Cristo Rei, Cristo Rey, NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, Ordinary Time, Our Lord Jesus Christ the King, REI DO UNIVERSO, Solemnity, SOLENIDADE, Tempo Comum, Thirty-third Sunday in Ordinary Time, Tiempo Ordinario, XXXIV, Year A
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No 34º Domingo do Tempo Comum, celebramos a Solenidade de Jesus Cristo, Rei e Senhor do Universo. As leituras deste domingo falam-nos do Reino de Deus (esse Reino de que Jesus é rei). Apresentam-no como uma realidade que Jesus semeou, que os discípulos são chamados a edificar na história (através do amor) e que terá o seu tempo definitivo no mundo que há-de vir.
A primeira leitura utiliza a imagem do Bom Pastor para apresentar Deus e para definir a sua relação com os homens. A imagem sublinha, por um lado, a autoridade de Deus e o seu papel na condução do seu Povo pelos caminhos da história; e sublinha, por outro lado, a preocupação, o carinho, o cuidado, o amor de Deus pelo seu Povo.
O Evangelho apresenta-nos, num quadro dramático, o “rei” Jesus a interpelar os seus discípulo acerca do amor que partilharam com os irmãos, sobretudo com os pobres, os débeis, os desprotegidos. A questão é esta: o egoísmo, o fechamento em si próprio, a indiferença para com o irmão que sofre, não têm lugar no Reino de Deus. Quem insistir em conduzir a sua vida por esses critérios, ficará à margem do Reino.
Na segunda leitura, Paulo lembra aos cristãos que o fim último da caminhada do crente é a participação nesse “Reino de Deus” de vida plena, para o qual Cristo nos conduz. Nesse Reino definitivo, Deus manifestar-se-á em tudo e actuará como Senhor de todas as coisas (vers. 28).
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Nota: Informação recolhida em Evangelho Quotidiano, Dehonianos, Benedictines de Catalunya e Hermanoleón Clipart.
APROVEITAR O TEMPO Novembro 15, 2008
Posted by (VM) in Editorial.Tags: aproveitar o tempo, Talentos
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Estamos ainda nos começos do ano escolar, mas estamos a terminar o Ano Litúrgico.
Portanto, tempo de balanço. Tempo de ontem e de hoje. Sempre transitório, mas sempre vigilantes e atentos, para em qualquer momento prestar contas. Porque esta é a nossa hora de estarmos acordados para agir e cumprir a nossa missão.
O Evangelho deste penúltimo domingo apresenta-nos a parábola dos “talentos” que há que fazer frutificar, chegando o momento em que cada um tem de prestar contas da sua vida. Por isso há que aproveitar o tempo. Há que fazer render os bens, ser diligente e fazer render os talentos, os dons, as capacidades que cada um de nós recebeu. O Evangelho mostra que Jesus exige criatividade, coragem e espírito empreendedor no serviço do Reino. Com esta parábola dos talentos retrata de alguma maneira as diversas atitudes a tomar diante da vocação de cada um.. A nossa vocação é peregrinar, com os riscos que isso comporta. E “quem não arrisca não cruza o mar“. Nada de moleza e passividade.
Jesus deu-nos o exemplo, gastando todas as suas energias a construir o Reino de Deus, formando os apóstolos para continuar a sua obra.
Toda a gente fala em investimentos: comprar isto ou aquilo para fazer render o dinheiro, abrir uma poupança… Assim fazem os países ricos com os países pobres: emprestam dinheiro com juros altos para ficarem ainda mais ricos.
Jesus propõe que sejamos vivos no bom sentido: que a nossa vida seja um contínuo investimento ao serviço do bem, da justiça e da paz. A qualquer hora podemos ser chamados a prestar contas da nossa administração.
Todos recebemos talentos, qualidades que podem contribuir para a felicidade de outros.
Devemos viver cada dia como se fosse o último. Cristo Jesus quer encontrar-nos empenhados na sua causa: amai-vos uns aos outros como Eu vos amei.
Como vai a minha caridade ?…é um talento a render ou está enterrado ? Como vai o meu cuidado com os familiares em casa e na comunidade ? Será que Cristo gostaria de ser acolhido pelo tipo de comunidade que nós constituímos ?
Temos de aproveitar o tempo para fazer render as nossas qualidades e carismas ao serviço do bem comum. Sempre me agradou o testamento que o fundador do Movimento Escutista, Baden Powell, deixou aos seus continuadores: “Julgo que Deus nos colocou neste mundo encantador para que sejamos felizes e gozemos a vida. Mas, a felicidade não vem da riqueza, nem do êxito, nem do prazer… A maneira de se conseguir a felicidade é fazer felizes os outros… Procurai deixar o mundo em condições melhores do que aquelas que tinha quando entrastes nele. Assim, quando chegar o momento da morte, podeis sentir-vos felizes, porque, ao menos, não perdestes o tempo e fizestes o bem que vos foi possível“.
Na verdade, a vida é o maior dos dons e o maior dos riscos. Ela é o talento inicial capaz de produzir muitos outros talentos. Desenvolvê-la e fazê-la fecunda é a grande missão e a primeira responsabilidade de todo o cristão.
P. Batalha
Eu padre!? Novembro 12, 2008
Posted by (VM) in Um pouco de céu.Tags: queres ser padre?, Semana dos Seminários, Ser padre
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QUE FAZEMOS NÓS DOS NOSSOS TALENTOS? Novembro 10, 2008
Posted by (VM) in Liturgia.Tags: 33º Domingo do Tempo Comum, Ano A, Ordinary Time, Talentos, Tempo Comum, Thirty-third Sunday in Ordinary Time, Tiempo Ordinario, XXXIII, Year A
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A liturgia do 33º Domingo do Tempo Comum (09/11/2008) recorda a cada cristão a grave responsabilidade de ser, no tempo histórico em que vivemos, testemunha consciente, activa e comprometida desse projecto de salvação/libertação que Deus Pai tem para os homens.
O Evangelho apresenta-nos dois exemplos opostos de como esperar e preparar a última vinda de Jesus. Louva o discípulo que se empenha em fazer frutificar os “bens” que Deus lhe confia; e condena o discípulo que se instala no medo e na apatia e não põe a render os “bens” que Deus lhe entrega (dessa forma, ele está a desperdiçar os dons de Deus e a privar os irmãos, a Igreja e o mundo dos frutos a que têm direito).
Na segunda leitura, Paulo deixa claro que o importante não é saber quando virá o Senhor pela segunda vez; mas é estar atento e vigilante, vivendo de acordo com os ensinamentos de Jesus, testemunhando os seus projectos, empenhando-se activamente na construção do Reino.
A primeira leitura apresenta, na figura da mulher virtuosa, alguns dos valores que asseguram a felicidade, o êxito, a realização. O “sábio” autor do texto propõe, sobretudo, os valores do trabalho, do compromisso, da generosidade, do “temor de Deus”. Não são só valores da mulher virtuosa: são valores de que deve revestir-se o discípulo que quer viver na fidelidade aos projectos de Deus e corresponder à missão que Deus lhe confiou.
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Nota: Informação recolhida em Evangelho Quotidiano, Dehonianos, Benedictines de Catalunya e Hermanoleón Clipart.
VOCAÇÕES E SEMINÁRIOS Novembro 8, 2008
Posted by (VM) in Editorial.Tags: 2008, Bolsa de estudos seminarista, Catequese, Semana dos Seminários, Seminário, Vocação
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“A Messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai ao Senhor da Messe para que envie trabalhadores para a sua Messe.”(Mt. 9, 37-38).
A necessidade de vocações ao sacerdócio e á vida consagrada é uma preocupação constante na vida da Igreja.
O desafio continua lançado aos jovens que na vida e na comunidade se achem capazes de fazer algo de belo pelos seus irmãos, animados pela força do Espírito.
Ser padre não é uma vocação ultrapassada. Ser padre é escolher uma vocação de serviço, que é o que mais dignifica o homem nos tempos de hoje. É viver um risco sério, de ser diferente na igualdade, porque hoje não se desculpa nada ao padre, nesta sociedade anticlerical. Mas vale a pena sê-lo, com a força do Espírito e a amizade e apoio dos irmãos, a quem não podemos desiludir no nosso pensar e no nosso agir. Eu acredito numa Igreja em que não faltarão os sacerdotes necessários voltados para Deus e para o homem, servindo a Deus e servindo o homem, com alegria e felicidade porque lutamos pelos verdadeiros valores evangélicos, ainda que revestidos da fraqueza de todos os homens, como diz S. Paulo.
Apesar da nossa fraqueza, como Isaías, como Paulo, como Pedro e tantos outros, importa deixarmos a luz de Deus invadir-nos e aceitarmos ser chamados e enviados a anunciar também a boa nova da salvação.
Pedi, pois ao Senhor da Messe para que envie trabalhadores para a sua Messe.
É este o sentido desta Semana dedicada aos nossos Seminários. Os Seminários são a forma da Igreja acompanhar e formar aqueles que Deus chama ao sacerdócio.
O Seminário prepara padres, aqueles de que a Igreja tem necessidade nos nossos dias: padres para uma Igreja que se compreende e define como comunhão e serviço, Igreja em que todos são responsáveis, Igreja que ama o mundo com aquele amor com que Deus lhe envia o Filho único.
O Seminário é o coração da Diocese, em virtude da importância que tem na sua vida e no seu dinamismo apostólico e missionário, por isso se espera que o Seminário seja acarinhado, apoiado, estimado.
A oração, a amizade, a partilha de dons e bens de tantos cristãos têm sido uma ajuda discreta e eficaz na edificação e manutenção dos nossos Seminários.
Nós precisamos dos Seminários, mas os Seminários precisam de ti, de nós. Ajuda-os ! O montante de uma ‘Bolsa de Estudos Seminarista’ é de 300 € por mês. A comparticipação pode ser feita de forma individual ou em grupo, no seu valor total ou parcial.
A nossa Catequese decidiu participar este ano com as suas ofertas para uma Bolsa de Estudos Seminarista juntamente com a Oração.
Por isso, peço aos pais e mães que ajudem os seus filhos a apreciarem os nossos Seminários, os seus seminaristas e os padres que servem a Igreja, oferecendo-lhes a Catequese.
P. Batalha
ORAÇÃO – SEMANA DOS SEMINÁRIOS 2008
Deus santo, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, Vós criastes o mundo pela vossa primeira e última palavra E pela primeira e última o salvastes; Lançai no coração dos nossos jovens sementes de amor, capazes de crescer e de fazer deles agentes do vosso desígnio de salvação. Vós chamastes profetas para dizer palavras de verdade, justiça e caridade ao povo que, por amor, escolhestes e reunistes. Colocai as vossas palavras santas na boca dos nossos jovens para que nao sejam espectadores passivos mas actores atentos ao mundo que os rodeia e, dando-se sem reservas, disponíveis para amar, encontrem um sentido para a sua vida e deixem a semente germinar. Vós enviastes a Sabedoria do santo céu, do trono da vossa glória, e com a vossa voz derrubastes os cedros e abalastes o deserto; Atendei às inquietações dos nossos jovens, aos seus gritos e sussurros, e despertai neles um amor pela Igreja, vosso templo e corpo do vosso Filho, para que, sem complexos nem angústias, tenham a coragem e discernimento para responder com um sim entusiasmado à ternura do vosso abraço. Senhor Jesus Cristo, Filho de Maria, a serva da Palavra, Vós semeastes a palavra com abundância para que frutificasse e pelo sangue que derramastes, sangue que não tinge mas branqueia, fostes digno de tomar o Livro escrito por dentro e por fora e de abrir as suas páginas seladas; Derramai o vosso Espírito sobre os nossos seminários e fazei com que, acolhendo as vossas palavras de vida eterna, sejam centelhas de esperança e sementes de futuro para a Igreja, no seguimento fiel e generoso da vossa vontade. Vós que sois Deus com o Pai na unidade do Espírito Santo. Ámen.









